5 perigos dos lixos eletrônicos e como você pode evitá-los | Um Só Planeta

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O lixo eletrônico produzido nos últimos anos segue uma crescente. Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 7,4 milhões de toneladas desse lixo são descartados todos os anos pelo mundo sem resíduos. O resultado pode ser feito sozinho com gases tóxicos e até mesmo desencadeamento de várias doenças nas populações. Produzido principalmente por países ricos, esses materiais impactam principalmente a localidade como China, Índia e alguns países africanos.

De acordo com pesquisa publicada em 2014 pela Universidade de Gana, eram 2014 de lixo eletrônico por pessoa no mundo, enquanto, em 019, esse subiu para 7,3 kg2 kg número. Embora grandes órgãos públicos levantem a bandeira em prol do descarte, ainda há muitas pessoas que não conhecem sobre o assunto. Para entender melhor, veja a seguir cinco perigos dos lixos eletrônicos e como evitá-los.

Lixo eletrônico tem aumentado a cada ano e pode ser prejudicial à biodiversidade do planeta; veja como evitar — Foto: Divulgação/Getty Images

1. Poluição são doenças respiratórias

Descarte em vídeo de TVs, celulares e computadores pode poluir o ar — Foto: Divulgação/Getty Images

A construção de eletrônicos demanda muitas peças feitas em metais e compostos com alta quantidade de carbono. Fios de cobre, plásticos e dispositivos muito utilizados, por exemplo, são três materiais de mercúrio. Quando os queimados de forma poluentes, esses produtos emitem o que são poluentes, são considerados de qualidade. Isso pode impactar diretamente nossas vidas, já que somos aeróbicos, que precisam de oxigênio para sobreviver – ou seja.

Pessoas que apresentam problemas com esses problemas de ocorrência, mas quem não tem como nenhum tipo de problema também podem ser afetados. Problemas como bronquite e rinite alérgica, por exemplo, ou até mesmo doenças mais graves e contínuas, como asma, podem ser agravados quando em contato com esse ar poluído.

Além disso, como tudo no ecossistema é cíclico, esse ar não permanece em um único lugar. Desse modo, embora esses ambientes sejam específicos para um ambiente específico, os impactos que eles têm no meio ambiente podem impactar a milhas de distância. Vale também que, porque esses dispositivos e materiais têm um ciclo lento de decomposição, esses dispositivos podem persistir por anos prolongados ou que respiramos.

2. Polui as águas do planeta

O lixo eletrônico, como é chamado o lixo eletrônico, impacta as águas do mundo — Foto: Reprodução/Getty Images

O descarte incorreto de dispositivos eletrônicos pode acabar em rios e até mesmo no mar, tomando enormes proporções. Além de polir a água doce, que, vale lembrar, vive em muitas lugares do mundo lixo eletrônico e seus materiais tóxicos diretamente podem contaminar animais e populações que vivam próximos a esses, impactando essas vidas. Pescadores que dependem de peixe para sobreviver, por exemplo, têm seu ganho com esse tipo de ganho de pão impactado.

Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), o país, cerca de 60% a 90% da população faz o descarte incorreto do lixo eletrônico. Esse número é alto e pode, a longo e curto prazo, ser prejudicial às pessoas e à biodiversidade em geral – já que, pela reação em cadeia, intoxica não somente as águas, mas todo o ecossistema do planeta.

3. Prejudica a fauna e a biodiversidade

A liberação de gases tóxicos na natureza pode prejudicar a fauna e a flora — Foto: Divulgação/Instituto ICG-SC

O lixo eletrônico não afeta apenas os seres humanos, mas sim toda a fauna e flora de uma região. Quando o descarte irregular acontece em lugares com muita vegetação, a natureza ao redor tende a absorver tudo que esses eletrônicos liberam de tóxicos. Desse modo, dejetos com muito metal pesado, cobre e afins, podem contaminar e matar um hectare inteiro de vegetação. Além disso, o lixo eletrônico Também prejudica em cadeia, já que, no caso de uma plantação infectada, os insetos que fazem a polinização seriam também, transmitindo para outras plantas contaminadas e animais.

Os animais que entram em contato com esse tipo de lixo eletrônico também correm o risco de serem contaminados, podendo até morrer por intoxicação. Isso porque, caso eles tentem alguma peça ou simplesmente fiquem em contato constante, os gases podem afetar seus organismos e causar o mesmo de intoxicação que gera nos humanos.

4. Pol causa problemas em plantações e águas profundas

Lixo eletrônico impacta o solo e, consequentemente, todo o ecossistema da Terra — Foto: Reprodução/Getty Images

Como explicado no tópico anterior, o meio ambiente tende a absorver os dejetos. Por isso, os aparelhos eletrônicos comuns em “lixões” podem fazer com que os materiais na mesma rua de suas construções penetrem solo. Isso é particularmente danoso porque, não existem, existem os lençóis freáticos que, além de servirem como fonte de água potável para todas as espécies do mundo, estão interligados às demais águas do planeta.

Quando poluímos os lençóis freáticos, estamos por cadeia poluindo as águas de rios e lagos também. Além disso disso, acordo com um estudo feito pela revista científica e publicado em 212 pela revista científica, no caso de impacto na agricultura direta, até mesmo com impacto na agricultura, já que causa impacto na agricultura direta e pecuária . Em países como o Brasil, que configura um dos maiores produtores de alimento do mundo, isso é particularmente danoso.

5. Pode gerar diferentes doenças nas pessoas

Pessoas que ficam em contato direto com o lixo eletrônico tendem a ter mais problemas de saúde — Foto: Divulgação/Zoran Milich

liberação de gases e metais tóxicos são os principais riscos do lixo eletrônico. Além de todo o ecossistema do planeta pelo sistema em cadeia, há o impacto direto das enfermidades por esses materiais. As principais doenças podem ser como bronquite e rinite, ou sepulturas, como tipos diferentes de doenças causadas por lesões e aparências.

Câncer de nariz e outros tipos de órgãos específicos de intoxicação são os mais encontrados. No entanto, algumas outras enfermidades, como também muitas e enjoos, são muito relatadas entre vítimas de contaminações. Os principais de coleta de lixo por esses dejetos de materiais. Por isso, é importante que os governos direcionem recursos específicos para quem trabalha com reciclagem e coleta.

Como evitar os danos do lixo eletrônico?

A tendência é que, conforme o mundo amplia sua tecnologia, ou o lixo eletrônico aumente cada vez mais. Para minimizar os impactos desse tipo de dejeto na natureza e na vida humana em geral, é importante tomar algumas atitudes. Veja a seguir três dicas para evitar os danos do lixo eletrônico.

1. Fazer o descarte correto

Lixo eletrônico é coletado em pontos específicos — Foto: Divulgação/Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo Paraná

O primeiro passo para reduzir os impactos do lixo eletrônico é fazer o descarte correto desses materiais. Desse modo, jogar celulares ou videogames quebrados no lixo orgânico ou na rua, por exemplo, não é uma boa ideia. Hoje, há locais especializados em fazer esse tipo de coleta. Além disso, usando aplicativos como o Telite é possível encontrar lugares que coletem aparelhos eletrônicos. Esses aplicativos geram ainda pontuações a cada coleta realizada, que podem ser trocadas por prêmios.

Em algumas cidades brasileiras, há shoppings que também oferecem pontos de descarte de lixo eletrônico. No Rio de Janeiro, uma alternativa é o Nova América Shopping, que faz a coleta não só desse tipo de lixo como de qualquer outro que é levado pela população.

2. Revender ou reutilizar os dispositivos

É muito importante reaproveitar eletrônicos para que o descarte não seja realizado deliberadamente — Foto: Divulgação/Geert Vanden Wijngaert

Em casos de dispositivos eletrônicos que ainda estão em bom funcionamento, uma dica para evitar o desperdício mesmo é revender na internet ou alguém que o reutilize. Essa prática, além de aumentar a duração desse aparelho financeiro na sociedade, pode gerar um retorno e garantir menos lixo eletrônico para o meio ambiente.

Na hora de fazer o repasse, é essencial avisar ao novo proprietário sobre o estado do aparelho e conscientizá-lo também sobre a importância de fazer o descarte correto. Isso porque em algum momento esse irá para o lixo.

3. Manter uma relação sustentável com a tecnologia

O descarte irregular de baterias e pilhas também faz mal ao meio ambiente — Foto: Divulgação/Câmara Municipal de Araras

A quantidade de lixo eletrônico aumenta a cada ano porque, conforme a tecnologia avança, nós trocamos nossos dispositivos. Há novos modelos de smartphones e notebooks, por exemplo, o que faz com que funcionais funcionais “aposentados” antes do fim de suas vidas úteis.

Para evitar o excesso do lixo eletrônico, é essencial que mantenhamos uma relação sustentável com nossos dispositivos. O ideal é evitar trocar com muita frequência os aparelhos utilizados, buscando reutilizar ou expandir o tempo de uso dos eletrônicos.

Essa matéria faz parte da iniciativa #UmSóPlaneta, união de 19 marcas da Editora Globo, Edições Globo Condé Nast e CBN. Conheça o projeto aqui 👈

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