Literatura infantil auxiliar crianças a lidar com temas

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Assuntos delicados como morte, não são tratados e doenças com as crianças fáceis de tarefas. Até para quem é adulto, lidar com estas questões exige equilíbrio emocional. As crianças, abordar de forma lúdica, por meio de, pode ser o assunto de forma mais o caminho com livro e humanizada.

Os livros de famílias e educadores com momentos de transição importantes para crianças como a hora de deixar as famílias difíceis, ou ainda deus com a morte de um pai lidare ou podem lidar com a morte de um animal de lidare ou podem lidar com um animal de lidare.

Fernando Veri. Assim nasceu o projeto da coleção de livros Conto com Você.

A empreendedora Fernanda Vernilo com livros da coleção Conto com vocêdireitos reservados/Marcela Alvim

“Saí do meu trabalho para um [ano] sabático improvisado, depois do nascimento do filho, e queria fazer uma primeira oportunidade de empreender. A ideia do livro comunicação quando da história a estudar sobre como criar nosso desmame e descobri que o lúdico ajudou demais na. Livros assim não existiam Brasil e, como também sou dito da importância da comunicação, que acredito é para o sucesso do processo. Assim nasceram o Mamar quando o Sol Raiar e Tchau, Tetêos primeiros livros para apoio na condução de desmame do Brasil”.

Os livros da coleção abordam sentimentos como o ciúme de uma irmã que nasceu ou a tristeza com a separação dos pais. Fernanda que, além de ajudar a passar por estes desafios com leveza, os da coleção conta com autonomia como crianças como protagonistas do processo e respeito.

“O objetivo da Coleção é publicar livros sobre diversas temáticas para ajudar no contexto da infância, com muito acolhimento, verdade e respeito”.

Mamar quando o Sol Raiar e Tchau, Tetê foram os dois primeiros títulos da editora, escritos por Fernanda. De 2018, a editora já publicou mais de 25 outros títulos de diferentes autores, todos seguindo a mesma proposta narrativa, como Dino Davissauropara controle de raiva, e Pode Pararpara prevenção de abuso sexual.

Paz e respeito

A paz de laboratório – Divulgação/A paz de laboratório

Diante do que o mundo assiste de uma guerra entre a Rússia Ucrâcia, no as pessoas do Leste, um livro pode ser encontrado para a paz e da união entre países, mas principalmente entre as pessoas.

O livro Paz de Laboratório Dois anos de idade, crianças e adultos, e o que você sabe que gostaria de ter aprendido na infância. A obra trabalha valores como respeito, amor, amizade, empatia, liberdade e união. A autora Izabel Stresser Araujo relata que o projeto do livro começou quando o pai dela morreu.

“Quando meu pai morreu, ecu tive um momento muito difícil, em que ecu não me levou a encontrar a paz e isso reflete que pouco sabe sobre ela, do que ela nos sentirá em paz, o que podemos fazer. Mergulhei em um projeto de dois anos para escrever o livro. Pensei muito na minha filha, sobre e conversas que gostaria de ter com ela”.

Porém, conta Renata, a inspiração para o enredo veio anos antes da morte do pai. “O ouvir e ouvir e resolver, que é anos antes, sonhei com a história de um livro em queam que a paz estava desaparecendo – l. a. em laboratório para ajudar o mundo todo. Para isso, elas descobriram que a paz é feita.

“Revi colocar esse sonho em prática e a mais de 20 pessoas o que elas gostariam de ter aprendido sobre a paz na infância. Daí, saíram, amor, em, liberdade, coragem, amizade e, que seriam sete ingredientes, como se busca uma aventura na dos ingredientes”.

O que ela entrega ao escrever Paz de Laboratório, é o que espera que as crianças absorvam com a leitura. “Aprende que somos a presença de nossos sentimentos camuflados e achamos que a paz é a ausência de conflito. Na paz, aprender a lidar com conflitos, que irão operar. Por acharmos que a paz não é discordante, abrimos a mão de nós mesmos e dos nossos sentimentos em troca de uma falsa paz. , urgentemente, educar necessariamente sobre a paz, mais do que educamos para a competição”, defende a autora.

Câncer na infância

Lívia em uma das sessões de química – Arquivo pessoal

Conversar sobre doenças com os pequenos é outro tema complexo, porém se torna mais importante ainda se é a própria criança que está com uma doença grave, como um câncer, por exemplo.

Depois de passarem pela dor de perder um filho para a leucemia, Francisco e Sonia, tinham o sonho de levar o tema para as salas de aulas. Eles são gestores do Instituto Ronald McDonalduma organização de câncer sem fins lucrativos, que há mais de 22 anos atua para aproximar de famílias da cura do infanto-juvenil.

Para a missão, convidaram a escritora Isa Colli. Ela aceitou o convite e escreveu Tulipa Glória e sua Amiga Vitória. O lançamento do livro faz parte de um projeto maior, que vai destinar um percentual das vendas para o tratamento de pacientes com câncer.

No livro, a sementinha Glória e a menina Vitória, que está em tratamento contra a leucemia, se tornam amigas. O título infantil traz uma abordagem mais leve da situação para crianças que vivem com essa doença.

A escritora conta muito emocionada com o convite que ficou muito pessoal, porque tem uma longa história de lutas e vitória contra o câncer, o que a faz participar de diversos projetos para casos a causa. Desafio aceito, veio a parte da inspiração, conta Isa.

“Em uma vida, apenas uma menina, carinhosa com a vida, mas que carregamos um pai, é apenas uma menina carinhosa com o problema de saúde. Glória, uma semente sonhadora, foi levada pelo vento para o jardim onde mora Vitória. O destino as e as lágrimas de garotinha e a força que a Glória precisa para sobreviver aproxima. A partir dali nasce uma relação de cumplicidade entre as duas. De forma leve, o pretende ensinar aos pequenos como superar problemas, o livro como doenças”.

Tulipa Glória e sua amiga Vitória – Divulgação/Tulipa Glória e sua amiga Vitória

Para a escritora, é importante ter clareza ao abordar temas delicados com crianças. “Temas delicados devem ser protegidos como crianças de maneira lúdica e sem esconder. No caso de Tulipa Glória e sua amiga Vitóriaecu abordo o câncer de forma leve para motivar e trazer esperança às crianças que lutam contra essa doença e aos seus familiares”.

A pequena, hoje com seis anos Lívia, começou a lutar contra a leucemia quando tinha quase dois anos. Na, a mãe para que a menina america as sessões de recurso, com um pouco de brincadeira e para aguentar as horas dos outros medicamentos.

“Para tornar as coisas mais suaves para a Livinha como ‘químio temáticas’. A gente fazia uma pequena decoração fosse no 4to, ecu levava uma fantasia pra vestir quando terminasse a químio e consultar com a oncologista pediátrica, a Ana Luiza Rodrigues”, relembra a mãe da Lívia, a empresária Lucimara Kraj.

Ela diz que, se tivesse livros como Tulipa Glória e sua amiga Vitória na época do tratamento da Lívia, useia o recurso. “Com toda certeza usaria livros também. A Lívia não tinha entendido nada quando começou a tratar, para ela só technology mal conhecida. Para crianças tão pequenas, tudo tem que ser lúdico. Nunca menti ou escondi nada da Lívia, mas é difícil fazer elas aceitarem a situação. No amor mesmo e carinho e carinho da Dra Ana Luiza, que foi dela quem nos foi humana, caso à cura, da forma mais humana e carinhosa possível”.

O livro está disponível para compra não native e nas maiores plataformas de venda.


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