Chanceler diz que Belarus planeja invadir Ucrânia e convoca coalizão

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O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba, fez alertas para o recrudescimento da guerra no país. Segundo ele, o presidente da Bielorrússia, Aleksandr Lukashenko, planeja se aliar ao mandatário russo, Vladimir Putine ordenar que seu exército invada o território ucraniano.

Em pronunciamento ao vivo, neste domingo (27/2), Kuleba foi categórico. “A qualquer momento Lukashenko pode dar a ordem para que o exercício entre pela fronteira com a Ucrânia. Desde o início [dos confrontos]o território de Belarus foi usado para território”, denunciou.

Segundo a imprensa de Kiev, observados disparabielorrussos foram contra a Ucrânia durante a madrugada. O governo da Bielorrússia ainda não se manifestou sobre o caso.

Veja imagens do 4to dia de confrontos na Ucrânia:

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“Eles vão cruzar a matar para homens, mulheres e crianças É uma ameaça que temos que levar em conta”, pediu Kuleba.

O ministro ucraniano fez um apelo.

“A Ucrânia não está se desmantelando. Está sangrando, mas estamos tendo sucesso ao nosso defensor. Todos que Puderem Lutar junto a nós junto a uma legião internacional, se juntar a nós. Temos trabalhado duro para formar uma coalizão contra Putin”, pediu. “É preciso durar a Rússia de forma de forma mais agora”, finalizou.

Resistência

Kuleba afirmou que, apesar da agressividade dos ataques, os ucranianos têm resistido. O fato do exército russo não ter dominador Kiev, capital do país e coração do poder, iritou Putin.

O ministro disse que foram destruídos, até o momento, 4 aviões russos, 146 tanques, 70 blindados, 4 complexo de 9 canhões, um complexo de 9 canhões e dois drones.

“Não conseguir atingir uma meta única. Não conseguiu tomar o controle de nenhuma cidade. Como força de segurança ucrânia lutaram contra. Os grupos que foram destruídos foram destruídos”, frisou.

Radiação

Kuleba alertou para os riscos do aumento da radiação nuclear na Ucrânia. O exército russo controla duas usinas, sendo uma delas a icônica Chernobylpalco de um grave acidente nuclear em 1986.

“Eles perturbaram o solo radioativo o que aumentou a radiação. Eles mantêm os funcionários da usina como reféns e os impedem de trabalhar. Isso é uma liberdade das regras de segurança nuclear”, reclamou o ministro.

A Rússia e a Ucrânia vivem um embate por causa da adesão ucraniana à Otan, entidade militar liderada pelos Estados Unidos. Na prática, Moscou vê essa adesão como uma ameaça à sua segurança. Os laços entre Rússia, Bielorrússia e Ucrânia existiam desde antes da criação da União Soviética (1922-1991).

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