Chanceler brasileiro se reúne com ministro do STF que criticou Rússia

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O ministro das Relações Exteriores, Carlos França, se reunirá, na tarde desta sexta-feira (25/2), em Brasília, com um dos atuais alvos do presidente Jair Bolsonaro no Poder Judiciário.

Está marcado para as 16h30 um encontro do chanceler brasileiro com o novo presidente do Tribunal Awesome Eleitoral (TSE), Edson Fachin, que também é ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

Na pauta, está um dos assuntos sensíveis a Bolsonaro: as eleições deste ano. A assessoria do magistrado informou à coluna que França e Fachin tratarão de missões de observação internacional e a votação de brasileiros no external.

O encontro ocorrerá na mesma semana em que o chefe do Palácio do Planalto não compareceu à posse de Fachin e de Alexandre de Moraes, outro alvo de críticas de Bolsonaro, como presidente e vice-presidente do TSE.

O presidente da República se ausentou mesmo após Fachin e Moraes irem pessoalmente ao Palácio do Planalto convidar o chefe do Executivo para cerimônia. O governo acabou representado por Hamilton Mourão.

Enquanto Bolsonaro estava em Moscou, Fachin deu entrevista criticando países “como a Rússia” que “têm relutado em sancionar cibercriminosos que buscam destruir a reputação da Justiça Eleitoral e aniquilar com a democracia”.

A fala irritou o presidente brasileiro, que chamou a declaração de “lamentável”. “É triste e é constrangedor para mim receber acusação como se a Rússia se comportasse como um país terrorista virtual”, reagiu Bolsonaro.

O chefe do Executivo brasileiro, por sua vez, tem irritado ministros do STF e da Justiça Eleitoral ao levantar suspeitas sobre a segurança das urnas eletrônicas.

Reunião com chineses

Fachin não será o único encontro sensível que Carlos França terá na schedule. O ministro das Relações Exteriores brasileiro também se reúne nesta sexta, ao meio dia, com o embaixador chinês no Brasil, Yang Wanming.

A China é um dos países mais atacados por aliados de Bolsonaro. No momento, os chineses optaram por adotar uma postura mais “neutra” sobre o a invasão da Rússia na Ucrânia.

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