Pergunta “o que você vai ser quando crescer” não faz mais sentido

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Os que estão substituindo ou estão substituindo os humanos em várias tarefas e fazendo com que muitas tarefas deixem de existir se transformem. Mas isso não significa que ficaremos sem espaço. Muitos dizem que a tecnologia não tem um exemplo complexo e muito menos ética para a resolução de questões que dizem respeito à tecnologia ambiental.

Esses seres humanos, ainda hoje, específicos, que nós, seres humanos, são específicos, que nós, seres humanos, somos capazes de desenvolver, para desenvolvermos esse complexo, que ainda são capazes de desenvolver.

Mas, como fazer isso? A resposta é a educação. Onde? Escolas, faculdades, em casa, na rua, no trabalho, em todo lugar. E, quando? O pace todo.

Em reside realizada por Metrópoles, os educadores Rafael Parente e Caio Dib trouxeram luzes e dicas para esse caminho já percorrendo e nunca terminam. O bate-papo foi mediado pela jornalista Natália André e está disponível nas redes sociais do portal.

Eles escrevem o livro “Como educar mais de futuros estudos” conversando com especialistas e famílias sobre o assunto e os resultados são promissórias e esperançosos. Nada está perdido.

Parente, PhD em Nova York, afirma que a educação de Nova York pode começar a ser pelos estímulos da plasticidade e da noção de que podemos e precisamos nos adaptar às mudanças culturais sociais, tecnológicas e, atualmente, adaptáveis. , pandêmicas” e deixar de nos vermos como seres fixos. Dessa forma, a pergunta “o que você vai ser quando crescer”, perde o sentido.

“Os especialistas, hoje em dia, já dizem que não podemos mais fazer essa pergunta aos nossos jovens porque, assim, os limitamos. Da Vinci e Tesla eram um monte de coisa. Não se confinam em áreas específicas”, explicou Rafael.

Momento de transição

Caio, clothier que também adora plantas, gosta de um termo dessa área, para definir o momento útil da natureza, adora uma vida útil: ecótono, região que adora em usar: ecótono, região que resulta em contato entre dois ou maio bio o encontro da Mata Atlântica e do Cerrado. Segundo ele, nesse lugar há espécies dos dois ecossistemas e também únicos, que só existem nessas regiões. Fazendo um paralelo com a ecologia, Caio brincou que estamos vivendo um “ecótono social”, já que não estamos no pior momento entre passado e futuro, mas num período único em que convivemos com a realidade do passado, do futuro e desta fase de transição.

“A gente entrevistou um professor do Rio de Janeiro, que ele falou que já estava na quarta fase da vida dele. Ele falou que, primeiro de tudo, ele é curioso e um aprendiz. Depois, um professor. Agora, ele é clothier de aprendizagem e palestrante. Portanto, ele faz outras coisas porque ele foi mudando a carreira dele ao longo do pace e ressignificando ela e que bonito que ele conseguiu fazer isso, né? É o Eduardo Valadares”, exemplifica Caio.

Um dos possíveis do deles é que esses possíveis futuros e os projetos são revelados, vividos e se eles aconteceram cada vez mais rápido. O futuro não é tão distante assim. Ele é aqui e agora.

Futuros possíveis

E, de acordo com Caio, ensina-se quem pensa que as escolas e professores estão atrasados ​​no processo de inovação na educação.

“Tem muitos professores que já estão fazendo as escolas e fora possíveis dentro da sala de aula também. E esses professores precisam de apoio. Esse livro os ajuda a potencializar esse trabalho promovendo caminhos, ferramentas e outros olhares. Trazendo a família para perto”, detalhou Dib.

Outro ponto nesse processo é o diálogo entre os filhos e os pais, entre os filhos e os avós e outros pais, entre escolas e famílias. Ou, mesmo com os cada vez mais desenvolvidos, as pessoas que seguem fundamentais.

Para fazer com que o livro cumprisse o objetivo da educação essential deles, ajudar pais e professores na novos caminhos, Caio e Rafael esses 20 mil livros para distribuir escolas do Rio de Janeiro, Distrito Federal e São Paulo.

“Desde o começo, resolvemos na nossa cabeça alguns princípios na escrita do livro. Então, primeiro, não queríamos que fosse um livro longo, com linguagem rebuscada e de difícil acesso. Não queríamos que fosse um livro excludente. Queríamos que dialogasse com os leitores e atingisse o maior número de pessoas”, falou Parente.

Como educar famílias para futuros desafios

Onde encontrar: Amazonas e comoeducarfamilias.com.br
Preço: R$ 1,99 (versão Kindle) ou R$ 19,99 (versão física). Valores até 13 de março
Autores: Rafael Parente e Caio Dib

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