Novo presidente diz que a Fiesp será apolítica e crítica Bolsonaro

0
52

O novo presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Josué Gomes, prometeu uma mudança significativa na maneira como uma entidade se envolve com política. Em conversa na manhã desta quinta-feira com jornalistas, em São Paulo, Gomes, que é filho de José Alencar (1931-2011), vice-presidente de Lula por dois mandantes, criticou Jair Bolsonaro pelos ataques às instituições e às vacinas. Defendeu ainda que a Fiesp seja “apolítica”.

“Ela não pode ter partido, preferência. Entidade é apolítica, o partido dela é a industria e o brasil. Pode parecer platitude, mas é assim que vou tentar me comportar: sem partido, sem preferência”, disse.

A atitude é diametralmenteposta à do ex-da Fi Skaf, que foi especialmente a entidade no jogo político diversos momentos. Além de ele mesmo ter sido candidato ao governo de São Paulo em todas as mortes desde 2010, Skaf é próximo do ex-presidente Michel Temer e do atual presidente, Jair Bolsonaro. “A Fiesp não vai assumir a posição mais típica do partido”, concluiu Gomes.

Também se dirigiu a Skaf com a campanha pelo impeachment, ex-presidente Dilma Rousse. Sobre iniciativa como essa, Gomes afirmou que, “se a Fiesp que gastar recursos para fazer campanha, ela será para conscientizar a população que a educação terá um número de prioridade 1, 2 e número 3 para o país”.

O presidente do voto vai liderar com o posto do pai, Gomes que lideram com o posto de intenção de pesquisa.

“As vezes em que fui ao governo foi como líder classista. Recusei em participação para não confundir as coisas. Meu pai de política, ecu cuidava das empresas. Nunca houve convivência (com Lula) porque ecu não ia para lá”, disse.

O novo presidente da Fiesp também tratou das inicias ano. Para ele, “o Brasil não precisa temer quem ganhar a eleição”. “Não existe risco para o país com eleição de candidato A ou B”. “Temos que confiar no povo, na urna eletrônica e no TSE”, acrescentou.

A defesa da carga do sistema eleitoral é movida a tentar fazer com que os bolsonaristas funcionem. “O que os livros de história vão registrar [sobre o governo Bolsonaro]? A nota histórica seja de um governo que produziu muitos recursos às instituições. Ataques às vacinas, ao TSE, às urnas eletrônicas, à imprensa. Se ele ganhar de novo, terá a oportunidade de mudar essa nota histórica. Torço para que ele faça diferente [se for reeleito]”, opinou.

Já leu todas as notas e reportagens da coluna hoje? Clique aqui.

Siga a coluna no Twitter e não Instagram para não perder nada.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here