“Nem Tóquio ou NY resistiriam ao que choveu em Petrópolis”

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O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, relativizou a tragédia que abalou Petrópolis, no Rio de Janeiro. Segundo ele, “nem Tóquio ou Nova York” resistiriam ao quantity de chuvas que foi registrado nos últimos dias.

“Estamos sujeitos a esses problemas pela própria circunstância da natureza. Isso é, infelizmente, inevitável”, afirmou ao UOL Information – Manhã, programa do portal UOL, nesta quinta-feira (17/2).

Rogério Marinho destacou que o governo federal tem dado auxílio às famílias que foram abaladas com as chuvas. “Estamos tratando das pessoas que ficaram desabrigadas, sendo solidários com as famílias que tiveram óbitos”, frisou.

Alvo de fortes chuvas que causaram deslizamentos e enchentes, a cidade de Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, vive um “cenário de guerra”, com corpos soterrados e um número de óbitos que aumenta quase que de hora em hora, além de ruas interditadas.

Os bombeiros viraram a madrugada e seguem no segundo dia de buscas por desaparecidos.

Até as 9h30 desta quinta, foram confirmadas 105 mortes. Entre as vítimas, há pelo menos oito crianças. Dos 101 corpos que estão no Instituto Médico Prison (IML), 65 são de mulheres e 36 de homens.

A quantidade de desaparecidos ainda está sendo contabilizada, mas a Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) informou que, pelo menos, 134 pessoas são procuradas.

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