Imprensa húngara destaca falas antivacina de Bolsonaro antes de visita

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Ao anunciar a visita de Jair Bolsonaro, a imprensa da Hungria deu destaque para a campanha antivacina que o presidente brasileiro empreendeu durante a pandemia de Covid-19. Viktor Orbán, o líder húngaro que receberá Bolsonaro, é um dos expoentes da extrema-direita na Europa, mas se mostrou um defensor da vacina e tornou a imunização obrigatória para certas categorias profissionais.

O jornal Népszava classificou Bolsonaro como de “extrema-direita” e chamou a atenção para o apelido de “Donald Trump dos trópicos”. A publicação destacou que a economia brasileira despencou para a 12ª posição no mundo e que a CPI da Pandemia pediu para Bolsonaro ser processado por “ter permitido de forma deliberada que o coronavírus circulasse pelo país, matando centenas de milhares de pessoas”.

O Népszava lembrou ainda de uma gafe do governo brasileiro, que durante a posse de Bolsonaro postou uma foto no Twitter identificando Viktor Orbán como o ex-secretário de Estado americano Mike Pompeo.

A publicação Napi diz que Bolsonaro “é famoso por seu ceticismo em relação às vacinas contra Covid-19”. O jornal aponta que a Justiça investiga o presidente por ele ter feito uma declaração mentirosa de que as vacinas causavam Aids.

Outro portal, o HVG, também recorda a mentira de Bolsonaro sobre a Aids e diz que a declaração “é tão sem sentido que o Fb e o YouTube deletaram o vídeo” em que ele tratava do assunto. O jornal afirma que Bolsonaro chamou a atenção por ter cortado 90% da verba do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações.

A campanha antivacina de Bolsonaro foi destaque no portal 24.HU, outro que destacou as mentiras do presidente sobre a Aids. Na publicação, os húngaros reportam que o STF acusou Bolsonaro de atacar a democracia por incentivar as pessoas a desrespeitarem as decisões do tribunal.

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