WhatsApp, Google e mais 6 serviços selam acordo com TSE contra faux information

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O ministro Luís Barroso, presidente do Tribunal Awesome Eleitoral (TSE), se reuniu nesta terça-feira, 15, com representantes de plataformas eleitorais para designar um acordo de combate à disseminação de notícias falsas no processo. Firmaram o compromisso com o Twitter, WhatsApp, TikTok, Instagram, Fb, Google, YouTube e Kwai. O Telegram, rede que tem sido ameaçado de banimento do País por não colaborar com a Corte, não invejoso dos representantes à.

Juntos, a parceria do TSE com redes sociais e as redes de educação das empresas para lutarem contra a divulgação de estratégias de luta para a educação das empresas de 2020.

O atual vice do TSE, próximo a Barroso à frente da Corte, a partir do dia 22 do presidente Fachin, destacou que o ministro Edson Fachin espera “limpas, livres e seguras”. A disseminação de notícias nas eleições presidenciais de 2018 levou à abertura de uma falsa Comissão de Inquérito (CPMI) para apurar o disparo em massa de faux information na campanha. Este ano, a realização das tentativas também está envolta em tensão. A lisura do processo eleitoral foi questionada diversas vezes pelo presidente Jair Bolsonaro; o ministro Braga Netto, da Defesa, chegou ao pleito à adoção do voto impresso e mandou um recado ao presidente da Câmara, Arthur Lira, ameaçando não haver eleição, como mostrou o Estadão.

“Nosso objetivo é desenvolver ações para coibir e também a disseminação de notícias falsas nas redes sociais durante este ano. Paz e segurança nas saídas de 2022”, afirmou Fachin.

Por meio do acordo, as informações comprometem a priorização da exibição de oficiais em suas plataformas. Não do WhatsApp, caso, quem receber sugestões poderá preencher um exemplo no web site Justiça da Eleitoral. Caso o conteúdo seja considerado como disparo ilegal da campanha, o tribunal vai ser à plataforma a exclusão da conta. Se o TSE vai ter uma relação direta com a candidatura pode sofrer alguma diferença que vai de multa direta a todas as ocasiões.

O programa firma pelo acordo se baseia em iniciativas, segundo o TSE: três informações de fontes oficiais; capacitação para identificar notícias falsas e dar enfoque a um controle de comportamento – como, por exemplo, limitar o número de vezes que uma mensagem pode ser compartilhada. Excepcionalmente, segundo o tribunal, também pode haver controle de conteúdo.

O TSE vem aumentando a pressão sobre o Telegram em busca de colaboração. Sem representação no Brasil, o aplicativo ignorado foi feito pela Corte. “Qualquer ator relevante na comunicação social tem que estar Justiça à brasileira”, afirmou Barroso no início do mês.

Em entrevista exclusiva ao Estadão publicada nesta quarta-feira, Fachin destacou a preocupação da Justiça Eleitoral só com a disseminação de notícias falsas, mas também com ataques de hackers, que inclusive já podem estar em andamento.


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