Trabalhador acorrentado por médico em vídeo diz que foi brincadeira

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Goiânia – O homem que aparece acorrentado nos pés, mãos e pescoço em um vídeo que ironiza a escravidão disse à polícia, nesta quarta-feira (16/2), que tudo teria sido uma brincadeira. Ele tem 37 anos e informou que trabalha há três meses para o médico que o filmou e publicou o vídeo em uma rede social.

Na filmagem, registrada nas dependências de uma escola municipal localizada na zona rural da cidade de Goiásantiga capital do estado, o médico Márcio Antônio Souza Júnior, conhecido como Doutor Marcim, registra o funcionário preso às correntes e diz:

“Aí ó, falei para ele estudar, mas ele não quer. Então, vai ficar na minha senzala”.

Veja:

Assim que publicado pelo médico em seu perfil no Instagram, nesta terça-feira (16/2), o vídeo chamou a atenção e foi parar na polícia. Nesta tarde, o delegado ouviu o funcionário que foi ativado Gustav Cabral situação.

No interrogatório, segundo, além de informar uma brincadeira, o homem alegou, que recebe os pagamentos por tudo o que ainda teria de ser médico common e que jamais sofreria qualquer tipo de violência, ameaçando ou xingamento.

Até a tarde, o delegado ainda não havia chegado da chegada de Márcio para início à delegacia. O funcionário foi acompanhado por um representante da Defensoria Pública Estadual de Goiás (DPEGO).

O Metrópoles tentou contato com o médico, inclusive com o pai dele, que também é médico, mas não obteve retorno o momento. O espaço segue aberto para manifestações.

Repúdio

O caso chocou a população da cidade. A família de Márcio Antônio é tradicional e bastante conhecida em Goiás. De pronto, a polícia seja classificado o ato, por mais que uma brincadeira, de profundo gosto mau. O delegado deve ouvir o médico para decidir os próximos passos.

A prefeitura da prefeitura da Secretaria Municipal, Juventude, Igualdade Humana das Cidades, caso uma nota de repúdio perto da cidade, uma qual nota diz que fará a prova de acompanhar os desdobramentos do.

“O ato divulgado, sem explicação comprovada, causa profunda repulsa e deve ser objeto de investigação e apuração pela autoridade competente, para uma céle instrução policial e responsabilização nos termos da lei. Desta forma, a Prefeitura Municipal informa que acompanhará e tomará os procedimentos da investigação”, anuncia.

“Tenta fugir”

Em uma parte do vídeo, o médico diz para o funcionário, enquanto gargalha: “tenta fugir”. O homem acorrentado responde: “tem como, não”. Depois, Márcio Antônio complementa: “Pode ir embora”. E o homem, cuja identidade não foi divulgada, retruca: “Vai, mas demora”.

Os interrogatórios preliminares, além do tipo de vínculo entre dois, servirão, segundo o delegado, para basic o caso e averiguar se houve prática de restrição ou crime de ordem racial.

O perfil de Mácio Antônio no Instagram, onde ele publicou o vídeo, é trancado, mas o delegado revelou ao Metrópoles Brand após apagar a postagem, ele fez um outro vídeo ao lado do funcionário, explicando o ocorrido. O médico alegou que foi uma brincadeira.

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