Fundos imobiliários fecharam a sessão em queda de 0,13%, terceiro dia seguido de baixas

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EU REPARO – índice que reúne os Fontes de fundos mais negociados na Bolsa – fechou uma sessão desta quarta-feira (16) em baixa de 0,13%, aos 2.747 pontos. Foi o terceiro dia seguido de queda do indicador, que acumula espécies de 1,05% no mes. Entre os destaques positivos de hoje, está o fundo Brazil Realty (BZLI11), com alta de 3,96%. Confira os demais destaques da sessão ao longo do Agência Central de Investimentos Estrangeiros.

Em janeiro, o retorno com dividendos do Ifix voltou a subir e alcançou 11,79%, consolidando-se como o maior nível desde 2018, de acordo com relatório da XP.

Além disso, o relatório aponta o aumento da cotação e os juros como responsável pela alavanca do retorno com os dividendos do retorno. fixo.

“Atualmente, os FIIs de CRI [certificado de recebíveis imobiliários] Representando cerca de 45% do Ifix”, lembrou Duarte. “Diante disso, o retorno com divideos do indicador é Impactado pela alta de juros e inflação em maior escala”, explica o analista.

Duarte lembra ainda que, em 2019, os fundos de CRI representam 22% do Ifix e não tinham, portanto, tanta influência no primary índice dos fundos imobiliários.

Além de alcançar o maior nível dos últimos anos, a taxa de retorno com dividendo (rendimento de dividendos) do Ifix também se distanciou dos rendimentos da NTN-B5, com vencimento em 203 prazo público de prazo lançado pelogoveno Federal. Um diferente 6,21 pontos percentuais, patamar bem Awesome à média histórica de 2,98 pontos percentuais.

Fonte: Waft Imobiliário – Mesa de fundos imobiliários da XP

O estudo da XP toma como base o ano de 2018, período que a indústria dos fundos imobiliários se desenvolveu de forma mais desenvolvida. “Antes de 2018, o mercado tinha pouca Liquidez e bem menos fundos” por lembra Duarte. “Qualquer mudança no nível de divisórias em um fundo específico altera muito o retorno com divisórias do Ifix”.

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Outro destaque de janeiro foi o aumento do interesse das pessoas físicas nos fundos imobiliários do segmento de compras. Pelo segundo consecutivo, houve mais compradores do acordo com as carteiras, de relatório da XP.

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O retorno com dividendo dos fundos de compras em janeiro, de 8,45%, pode estimular o interesse nos segmentos do segmento. O percentual está bem acima do histórico das carteiras, prejudicadas pelas recentes impostas pela pandemia da Covid-19.

Maiores altas desta quarta-feira (16):

Código de armazenagem nome Dorset Mutações (%)
BZLI11 imóveis brasileiros Título e Val. multidão. 3,96
RVBI11 VBI REIT Título e Val. multidão. 3,24
Figura 11 compras em geral Compras 2,56
RBRL11 Registro RBR empresa de logística 2,12
FEXC11 BTG Pactual Fundo de CRI Título e Val. multidão. 1,73

Maiores baixas desta quarta-feira (16):

Código de armazenagem nome Dorset Mutações (%)
RBRP11 Propriedades RBR Estrangeiro -2,86
Retângulo 11 Rec Renda Imobiliária Híbrido -2,27
TEPP11 Propriedades Tellus Lajes Corporativas -1,87
GGRC11 GGR Covepi Renda empresa de logística -1,84
vinho 11 Escritório do passarinho Lajes Corporativas -1,79

Fonte: B3

SDI emite CRI para finalizar compra de galpão; RB Capital Renda II anuncia mudanças em contrato de locação

Confira as últimas informações divulgadas por fundos imobiliários em fatos relacionados:

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SDI Rio Bravo ([ativo=SDIL]) em CRI para finalizar compra de centro logístico em Contagem (MG)

O SDI Rio Bravo de compromisso assinado para emissão de um certificado recebível (CRI) sem valor de R$ 160 milhões, aponta fato relacionado divulgado nesta terça-feira (15).

De acordo com a gestão da carteira, a captação do recurso tem como objetivo quitar a terceira e última parcela do Centro Logístico Contagem (CLC), que vence em abril.

O CRI terá como lastro os auguéis recebidos pelo fundo dos Correios, atual locatário do CLC, imóveis de 121 mil metros quadrados localizados em Minas Gerais. O galpão representa 40% da receita do fundo.

Com o pagamento da parcela e finalização do negócio, o SDI Rio Bravo prevê que uma distribuição mensal de parcelas se mantenha no patamar até o primeiro trimestre de 2023.

RB Capital Renda II (RBRD11) anuncia troca de indexador em contrato de locação no Rio de Janeiro

O fundo RB Capital Renda II anunciou nesta terça-feira (15) mudanças no contrato de locação com a Ampla Energia e Serviços, que ocupa o fundo em São Gonçalo, no Rio de Janeiro.

Entre como consumidor, o fundo confirmou a troca do indexador de correção do contrato de aluguel, do Índice Geral de Preços do IGP-M para o Índice de Preços ou Ammplo (IPCA). A mudança do indexador tem sido uma tenência entre os fundos imobiliários nos últimos meses.

Em contrapartida, o fundo destacou que o valor da locação passa a ser de 550 milhões de reais, pago no último dia útil do mes de competência. A carteira não informou nenhum fato relacionado ao valor do aluguel antes das mudanças do contrato.

Em caso de recisão do vínculo, o valor da indenização será equivalente à somatória dos aluguéis que estão para vencer, multiplicado pelo fator 1,2596, acrescido de 8 parcelas do aluguel.

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Além do espaço em São Gonçalo, o RB Capital Renda II possui outros imóveis no Rio de Janeiro (RJ), Uberlândia (MG) e Natal (RN), totalizando uma área bruta locável (ABL) de 23 mil metros quadrados.

Dividendo

Confira quais são os fundos imobiliários que distribuem redimentos nesta quarta-feira (16):

Código de armazenagem Fundo Lundimento
IBCR11 rádio internacional 1,50 reais
IRIM11 índice de renderização de cor irídio 1,40 reais
RBRY11 RBR de alto rendimento 1,15 reais
IRDM11 Iridium Rec Imob 1,08 reais
HGIC11 HGI Créditos Imobiliários 0,99 reais
CPFF11 Capitânia Fof 0,71 reais
RBRF11 RBR Alfa 0,60 reais
Competition Internacional de Cinema 11 Monobloco Brei FoF 0,50 reais

Fonte: InfoMoney

Giro Imobiliário: riscos e vantagens dos fundos de escritório, queda nas projeções para o setor imobiliário

Com altos e baixos da pandemia, já é hora de voltar a investir em fundos imobiliários de escritórios? Conheça riscos e vantagens

Quase dois anos após o início da pandemia de Covid-19, os fundos imobiliários de repartições de opiniões. De um lado, há analistas que enxergam oportunidades de ganho de capital. Do outro, estão aqueles que ainda não enxergam previsibilidade no segmento. A locação de empresas corporativas dá sinais de retomada, mas indicadores recentes ainda não trouxeram um consenso para aqueles que investem nesse mercado por meio dos fundos imobiliários.

Desde setembro de 2020 nenhum fundo imobiliário de escritórios aparece entre as mais recomendações para investir, segundo levantamento do moeda de informação base Carta de recomendação da Cateras de FIIs realizados mensalmente.

Além da concorrência dos FIIs de “papel”, que atendem a muitos momentos de previsão de turbulência econômica, os fundos de correção ainda têm uma estimativa de proteção, que esperam mais previsões de previsão do segmento.

“O investidor sempre pensa no prazo e, três olhares para o setor de lajes corporativas, não se consegue dizer o que será do segmento nos próximos dois ou anos”, avalia Caio Ventura, analista da Information Investimentos. “Precisamos de uma definição um pouco mais clara quanto à dinâmica do setor”.

De acordo com a plataforma de informações financeiras Economatic, os fundos de escritórios apresentam hoje P/VPA (da cota sobre o valor patrimonial) abaixo de 1, o que significa que os dados estão sendo divulgados com desconto na Bolsa. Um P/VPA acima de 1, por outro lado, indica que a cota está sendo negociada com ágio. No caso dos FIIs de escritórios, o desconto médioé de 26%.

“Há fundos negociando várias vezes abaixo do custo novamente de reposição dos imóveis, ou seja, mais caro contruir todos aqueles princípios do que comprar muitas vezes como cotas na Bolsa”, explica Philipe Aguiar, Analista Sênior de Produtos da Órama Investimentos.

Em paralelo o preço atrativo de entrada, o reforço que, desde o ano passado, já observa um movimento de retomada por parte das empresas, escritório para alugar.

Secovi-SP projetando quedas de 17,5% nos lançamentos e de 13% nas vendas de imóveis

Depois dos discos de lançamentos e vendas no ano passado, o mercado imobiliário na capital paulista delicate a agilidade neste ano, de acordo com projeções do Sindicato da Habitação (Secovi-SP). Os lançamentos devem alcançar 65 mil a 70 mil apartamentos em 2022. O ponto médio da estimativa, para uma queda de 17,5% em 201 unidades lançadas.

Uma previsão é que estamos entre 55 mil a 60 mil unidades em 2022, o que indica uma previsão de baixa na ordem de 13% antes de 2021, quando 66,1 mil unidades.

“A expectativa economica realizada para menos é uma coletiva uma”, o ritmo da economia em Secovi-SP, durante entrevista à imprensa, nesta terça-feira-SP

Petrucci lembrou que o Brasil deve ter um crescimento bem mais baixo do Produto Interno BrutoPIB (Interno Bruto) Neste ano, convive com juros e desiguais e simples. Outro ponto que provoca incertezas é a proximidade das presidências.

Mas a primary preocupação dos juros está relacionada ao aumento na taxa de juros do crédito. Atualmente, ela gira em torno de 9% a ten% ao ano. Já no começo de 2021, estava perto de 7% ao ano. O aumento na taxa se traduz em parcelas mais altas para os mutuários e redução no seu poder de compra.

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