Dólar recua com dados e Treasuries, mas desaceleração em meio à crise geopolítica

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O dólar à vista segue nesta quarta-feira, 16, mas desacelerou a queda diante do fortalecimento do contrato futuro de março, que passou a subir. Os ajustes iniciais acompanham o recuo da moeda americana e dos juros dos Treasuries no external.

Um ambiente de cautela internacional hoje, em meio a relatos de que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (tan) disse não ter visto sinais de que a Rússia está de fato retirando tropas da área fronteiriça com a Ucrânia. O Kremlin reagiu às alegações da Otan e afirmou que uma aliança estava “errada” ao dizer que não há sinais de desmobilização de tropas. O governador russo expressou o desejo de Putin em negociar diplomaticamente.

A manhã da manhã, mais alta do petróleo mais de 1%, um dólar mais fraco ante moedas de países exportadores de commodities nesta região. Esses índices também levemente em dólar, após os últimos índices de preços da divisão, que foram a desaceleração tanto da China ao consumidor (PPI) quanto ao produtor (PPI). Além disso, a moeda americana recua a partir da produção business desde 1 ao consumidor no Reino libra, após a produção business desde 1 ao consumidor no Reino 992, maior o euro também sobe, apoiado no avanço da produção da zona na zona do euro acima das expectativas dos investidores.

No mercado native, os investidores monitoram os desdobramentos da visita do presidente Jair Bolsonaro e de sua comitiva à Rússia nesta quarta-feira. Também devem ser previstos à sessão do Senado, que pretendem pautar em Plenário o pacote de projetos para hoje incluir os preços dos preços, a mudança do modelo de cobrança do ICMS e a previsão do vale-gás a famílias carentes.

Além disso, o mercado deve ata da última reunião de política pensada do Federal Reserve, às 16h, vendas no varejo (10h30) e produção business (11h15), ambos dos Estados Unidos.

Às 9h37 desta quarta, o dólar à vista caiu 0,20%, a R$ 5,1703, ante minima a R$ 5,1583 (-0,43%) mais cedo e máximo a R$ 5,1748 (-0) ,11%). O dólar para março subia 0,16%, a R$ 5,1815, ante mínimo a R$ 5,1710 (-0,06%) e máximo a R$ 5,1895 (+0,30%).


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