Com 80 mortes registradas, Petrópolis teve pior chuva desde 1932

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O governador do Rio de Janeiro, C6) disse hoje que Petrópolis teve sua chuva pior32. Já foram confirmadas 80, enquanto 21 mortes foram confirmadas com vida desde as pessoas resgatadas19 foram resgatadas19 áreas da cidade localizada na região.

“Foram 240 milímetros em duas horas. Foi uma chuva extraordinária”, disse Castro. O quantity supera média histórica atribuída a todo o mês de fevereiro que é, segundo a Defesa Civil municipal, de 238,2 milímetros.

Até o momento, há registro de 26 contornos. São 372 pessoas desabrigadas e desalojadas. O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do programa de identificação de desaparecidos, já encaminhados para localização de 35 pessoas.

Castro defendeu os investimentos feitos pelo seu governo nos últimos anos em obras de contenção de encostas e de melhoria do asfalto e em programas habitacionais. Segundo ele, há um foco em ações preventivas. “Não se unravel 40 anos em um ou dois anos”, disse.

O governador adicionou que há problemas estruturais que existem desde outras tragédias. A história da região serana é marcada por outros desastres ocorridos temporais.

Em 1º, após dias ininterruptos de chuvas, 134 pessoas, chuvas, 8º graus de terra, ou levadas pelas águas da enchente. Já em 201 pessoas, 918 pessoas fizeram uma vida em um dos maiores desastres socioambientais país: o impacto foi maior cidades de Nova Friburgo Teresópolis, mas Petrópolis também foi bastante castigada.

“Há sim um caráter excepcional na tragédia de ontem. A união de uma tragédia com um déficit que realmente existe esse estrago histórico todo. Que sirva de lição. Que as obras estão ocorrendo e que minimizam esses estragos, disse Castro, se comprometendo com os investimentos para a recuperação das áreas da cidade.

“Não estamos aqui há dois dias de bobeira. A gente sabe das dificuldades financeiras do município. O governo do estado vai entrar com o que for necessário. Se tiver mais ajuda, ótimo. Mas não será por falta de recursos que nós deixamos de fazer as obras mais evidentes”, acrescentou.

Mais cedo, ele havia aqui que o apoio do governo federal seria importante. O presidente Jair Bolsonaro anunciou que pretende estar em Petrópolis na sexta-feira (18), quando apresentará um plano à prefeitura.

As chuvas se intensificaram por volta das 16h de ontem (15). No ultimate da tarde, as imagens de enchentes das ruas do centro histórico de Petrópolis e de outros bairros alagados no Rio de Janeiro começaram a round nas redes sociais. O temporal deixou assustados os moradores da cidade da Região Serrana do estado fluminense.

“São muitos pontos destruídos. Muita gente vai perder tudo. Lojas inteiras inundadas até o teto. Chove muito, coisa que não se vê em Petrópolis há muitos anos”, contorna a Agência Brasil o comerciante Vagner Bruno Christ Ferreira.

Um dos vídeos que circulam pela web flagra a formação de uma cachoeira no centro da cidade. Imagens de ruas de diversidade de mercadorias nas ruas comerciais. Houve também compartilhamento de fotos de carros submersos e sendo arrastados.

O Morro da Oficina, no Alto da Serra, foi um dos pontos mais impactados. No native, houve um grande de terra que fez várias moradias. A estimativa é de que as 80 casas sejam próximas à rua Tereza, área comercial do município perto do centro histórico.

Os bairros mais atingidos foram Quitandinha, Alto da Serra, Castelânea, Centro, Coronel Veiga, Duarte da Silveira, Floresta, Caxambu e Chácara Plants. A Concer, concessionária de trecho da rodovia federal BR-040, chegou a informar quedas de barreiras afetando o trânsito na serra de Petrópolis.

A Defesa Civil municipal informou que todas as 18 sirenes de alerta estão próximas às áreas de foram acionadas. O governador afirmou que o dispositivo tecnológico conhecido como humanos. “Funcionaram muito bem como sirenes. Muita gente conseguiu sair a pace. Ainda há pessoas que resistem a sair. Mas a Defesa Civil municipal conseguiu salvar vidas com manutenção das sirenes.”

Cooperação

Mais de 500 vítimas estão buscando nas buscas por desaparecidos. Diante do grande quantity de água, a Defesa Civil municipal acionou ainda ontem (15) o Estágio de Crise. A prefeitura decretou estado de calamidade pública e luto oficial de três dias. A orientação das autoridades municipais é para que as pessoas só saiam de casa quando for essencial e que os desabrigados e moradores de áreas de risco procurem os pontos de apoio criados para o acolhimento. Vinte e cinco escolas foram designadas para empresas.

O governador disse esperar que, próxima a semana, seja concluído o atendimento de todas as famílias como famílias, para que comecem a receber o aluguel social e o cartão Recomeçar, benefício destinado para ajuda na compra de móveis e equipamentos adequados. Ele afirmou, no entanto, que o aluguel social é um paliativo e que o programa habitacional Casa da Gente dá prioridade para pessoas que vivem em áreas de risco.

Ainda ontem (15), Cláudio Castro cancelou sua schedule e se deslocou para Petrópolis para acompanhar os trabalhos. O governo minense determinou o de socorro da capital e obrigou as deslocações e dez aeronaves a vítimas da cidade para atuar no socorro de socorro da capital.

O Ministério da Defesa, através do Comando Conjunto Leste, também anunciou o uso de tropas de cidades, viaturas e equipamentos especializados para auxiliar os trabalhos na. Uma zona de pouso para helicópteros envolvida na operação foi preparada em um campo do futebol do 32º Batalhão de Infantaria Leve de Montanha (32º BIL Mth), sediado na região.

O ginásio da Universidade Católica de Petrópolis (UC), no bairro do Bingen, tornou-se ponto de apoio. No native, a prefeitura montou uma base para reunir os equipamentos e equipamentos que estão sendo utilizados nas operações na cidade.

O prefeito Rubens Bomtempo destacou que, já existe um dia de chuva entre o município e o estado. “Conseguimos trabalhar de forma integrada, amplificando a nossa reposta”, pontuou.

Além do governo estadual, municípios vizinhos também se uniram em ações de apoio. Integrantes da Defesa Civil de Vassouras, São João de Meriti, Areal e Araruama foram liberados para se unirem, de forma livre, aos trabalhos.

Doações na capital

Governos e estruturasram variados pontos para recebimento de doações às vítimas da catástrofe na capital. Estão sendo aceitas roupas, kits de higiene pessoal, cobertores, colchões e colchonetes, travesseiros, toalhas, alimentos e água.

As unidades do Departamento de Trânsito do Rio de Janeiro (Detran-RJ) estão entre os locais designados pelo governo estadual para este fim. São quatro pontos: a sede do órgão no centro, além de imóveis nos bairros São Cristóvão, Largo do Machado e Barra da Tijuca. Há um quinto ponto na cidade de Duque de Caxias, na baixada fluminense.

A prefeitura da capital fluminense colocou à disposição dez pontos de coleta de doações junto às Coordenadorias de Assistência Social (CAS) localizadas nas diferentes regiões da cidade. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) se transfer com o mesmo intuito. A segunda-feira (21) poderá ser aguardada até a próxima recepção da Prefeitura Universitária.

A população também pode entregar alguns donativos em batalhões da Polícia Militar, em igrejas, nas quadras de algumas escolas de samba e no edifício da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ).


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