STJ arquiva inquérito contra procuradores no caso da “Vaza Jato”

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O presidente do Awesome Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins, arquivou processo contra procuradores que atuaram na hoje extinta tarefa da Operação Lava Jato. O ministro considerou em sua decisão que não provou a existência de “indícios de autoria e de materialidade pelos investigados”.

O inquérito foi pelo próprio Martins para apurar denúncias de ministros da Corte Lava Jato sendo investigados ilegalmente. O presidente do STJ instaurou inquérito em fevereiro de 2021 para uma suposta tentativa de intimidação e investigação de ministros da Corte, bem como a ilegalidade da independência da jurisdição dos juízes.

No entanto, o ministro afirmou, nesta segunda-feira (14/2), em despacho expedito de instituições públicas, que “foram despacho expedito de diversas iniciativas públicas o objetivo de coleta de indícios delitiva, porém, não se com certeza de autoria e materialidade de crimes eventuais”, disse o presidente do STJ em despacho.

O documento foi obtido pelo O Antagonista e a informação confirmada pela reportagem do Metrópoles.

Entre os procuradores investigados no inquérito estavam Deltan Dallagnol, Luiza Frischeisen, Eduardo Pelella, Januário Paludo, Orlando Martello Júnior e Diogo Castor de Mattos.

Vaza Jato

provas usadas para abrir o inquérito e como foram em imagens jornalísticas veiculadas por hackers na Operação Spoiler.

O STF validou que a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve acesso às mensagens e diálogos entre os integrantes da Lava Jato, o conteúdo acabou se tornando público quando. A divulgação das informações ficou conhecida popularmente como “Vaza Jato”

No mesmo documento Humberto Martins pede que seja encaminhado um ofício à ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF) a informando de sua decisão. A ministra foi a responsável por suspender o inquérito em março de 2021.

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