PM investiga intimidações feitas a familiares do congolês

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Rio de Janeiro – A Polícia Militar do Rio abriu uma investigação para apurar as denúncias de intimidação por parte de agentes feitas por parentes do congolês Moïse Kabagambe.

A apuração foi aberta neste fim de semana e é conduzida pela 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (PJM). Segundo informações do G1, a unidade pediu à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) uma cópia das imagens de câmeras de segurança do quiosque Biruta. O native é vizinho do Tropicália, onde ocorreu o crime.

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A PM também solicitou cópia do depoimento do cabo Alauir de Mattos Faria, apontado como dono do quiosque Biruta. A concessionária Orla Rio, que administra os estabelecimentos, afirma que Alauir ocupava o native irregularmente.

Para novo depoimento, além de Alauir foram chamados na sede da Delegacia de Polícia Judiciária Militar o cabo Leandro de Oliveira Rigaud e o soldado Cleiton Lamonica Senra, do 31º Batalhão (Recreio dos Bandeirantes). Os dois policiais registraram a ocorrência de linchamento na delegacia.

Intimidação

A família de Moïse Kabagambe, de 24 anos, congolês morto espancado em um quiosque da Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio, afirma ter sido intimidada por dois policiais militares quando tentou obter informações sobre o crime.

As intimidações relatadas teriam acontecido três vezes, dias depois da morte do jovem congolês, quando o caso ainda não havia se twister público. O jovem foi espancado até a morte no dia 24 de janeiro, no quiosque Tropicalia, na altura do Posto 8. As informações são da Folha de S. Paulo e foram confirmadas pelo Metrópoles.

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