Os imóveis mais recomendados analistas para comprar em fevereiro; perto das mínimas históricas, Bresco volta a liderar

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A apóstata nos fundos eleitorais ganhou, diante do cenário de forças fiscais em fevereiro e mais incertezas de fundos eleitorais. O deadlock em torno do caso Maxi Renda também segue no radar do mercado, que torna cada vez mais criteriosa a escolha dos FIIs.

Levantamento mensal realizado pelo InfoMoney com dez corretoras compila os fundos imobiliários mais recomendados pelas instituições financeiras. Em fevereiro, 53 fundos imobiliários foram citados. Do general, 20 são FIIs de “papel”, que investem em títulos de renda ou certificados de recebíveis imobiliários (CRI), atrelados a índices de inflação ou à taxa do CDI fixado (certificado de depósito interbancário).

Projetando a manutenção do patamar dos juros para os próximos meses, a Órama Investimentos Reforçados em fevereiro e apóstata nos fundos de CRI com carteiras indexadas principalmente CDI, que se tornam mais atrativos com os juros altos.

Na quarta-feira (2), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central elevou a taxa básica de juros, a Selic, em 1,50 ponto percentual, para 10,75% ao ano. É a primeira vez desde 2017 que o indicador está acima dos dois dígitos, sendo o maior percentual desde maio do mesmo ano, quando o jurado básico generation de 11,25% ano.

Além das decisões políticas políticas, a aproximação do período e as discussões sobre a condução fiscal do País também são apontadas como fatores que devem trazer maior volatilidade ao mercado de variáveis, inclusive para o segmento de fundos imobiliários.

“Mantemos uma postura diante de um cenário mais cauteloso e incerto no espectro-econômico”, destaca Rodrigo Crespi, analista da Information Investimentos. “Reforçamos nossa preferência por indústrias mais defensivas, com boa capacidade de resistência à flexibilidade e mais resilientes às mudanças”.

Sinal amarelo para os fundos de tijolo?

Se o cenário favorece mais os fundos de recebíveis e de logística, considerados os mais defensivos em momentos de adversidade, outros se seguem maiores observados cautela.

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“As cotas dos fundos de buying groceries facilities e escritórios podem seguir pressõesdas no curto prazo, mesmo após a flexibilização das impostatti pela pandemia”, alerta Maria Fernanda Viola, analista que assina a carteira FIIs da Rico.

Nas últimas semanas, mais um fator de preocupação foi chamado ao que as mais importantes de “período de trabalho” para os investidores. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) questionou a distribuição de fazer Maxi RendaMXRF11). Mais tarde, suspenda a atenção ou a indústria dos fundos imobiliários, o mercado depois suspenda a preocupação com os fundos imobiliários, o mercado debate.

“Para fevereiro, optamos por manter ambas as carteiras assinadas, pelo menos até que tenhamos um cenário mais claro em relação às repercussões da decisão recente da CVM”, aponta Richardi Ferreira, analista do BB Investimentos, que mensalmente duas carteiras de fundos imobiliários.

Apesar de tudo, ainda há oportunidades

O momento difícil não é suficiente, porém, para diminuir o otimismo dos analistas com o segmento de FIIs. Para Daniel Marinelli, do BTG Pactual, que das ocorridas ao longo dos últimos meses abriram diversas oportunidades para o investidor que busca tanto o ganho de capital quanto a renda.

“É possível encontrar diversos ativos que suportam riscos bastante favoráveis ​​e sustentados em fundamentos sólidos”, afirma. “Mesmo com o cenário atual, ou investimento no segmento de fundos imobiliários deve ser considerado”.

Entre as razões citadas por Marinelli para o investimento em FIIs menor volatilidade, maior liquidez em relação ao investimento direto em imóveis, renda recorrente, isenção de impostos e potencial de ganho de capital no prazo.

Na compilação feita pelo InfoMoney com os fundos imobiliários mais recomendados para fevereiro, o destaque ficou para o Bresco Logística ([ativo=BRCO]), o mais lembrado pelo sexto mês seguido. A cinco mais recomendações não teve dos anteriores na lista com a do mês.

Uma compilação InfoMoney apresenta os cinco ativos mais recomendados para o mês. Para o critério de desempate, são selecionados aqueles com maior quantity médio de negociação nos últimos 12 meses, com base em dados da provedora de informações financeiras.

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Confira a seguir os fundos imobiliários mais recomendados pelos analistas para fevereiro, o número de rentabilidade de cada papel em novembro, não acumulado nos últimos 12 meses:

Marcador Fundo Segmento Recomendações Retorno em janeiro de 2022 (%) Retorno em 2022 (%) Retorno em 12 meses (%)
BRCO11 Bresco Logística Logística 8 -4,51 -2,83 -6,76
KNCR11 Kinea Rendimentos Imobiliários Recebíveis 5 0,69 -0,02 20,74
BTLG11 BTG Pactual Logística Logística 5 -0,86 -0,81 -0,03
HGRU11 CSHG Renda Urbana Renda Urbana 5 -1,98 -2,22 -3,96
TRXF11 TRX Imóveis Renda Urbana 5 0,73 1,61 4,58
EU REPARO -0,99 -1,31 -3,95

OBS.: A rentabilidade leva em consideração o reinvestimento dos/a cotação2 do dia/2022

Fonte: Economática e Corretoras (Ativa Investimentos, BB Investimentos, BTG Pactual, Genial, Information, Itaú BBA, Mirae Asset, Órama, Santander Corretora e Rico)

Bresco Logístico (BRCO11)

Com qualidade de oito meses em fevereiro e primeiro lugar na lista dos mais lembrados, Bresco há meses na carteira de acordo com uma das principais listas de acordo com Larissa Nappo, analista do Itaú BBA.

“O portfólio conta com imóveis de muita qualidade técnica e locatários de baixo risco de baixo, ligados a setores resilientes”, afirma. “A qualidade da carteira imobiliária também protege o fundo contra aumento de vacância”, pontua.

O preço da Bresco também é um dos atrativos do fundo atual, de acordo com as corretoras. Segundo as instituições financeiras, os papéis estão próximos às mínimas históricas e são negociados com desconto na casa de 17%.

“O que torna bastante atraente para os investidores que buscam maior risco de não recebimento de seus comprovados”, avalia Marinelli, analista do BTG.

Ferreira, do BB Investimentos, destaca ainda a estruturação de uma operação de CRI, anunciada em janeiro, com o objetivo de captação cerca de R$ 25,5 milhões. Os recursos devem ser utilizados para expansão e investimentos atuais no portfólio de fundo e não devem impactar a distribuição mensal de rendimentos.

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No último dia 19, o fundo também comunicou ao mercado a realização de benfeitorias no imóvel Bresco Bahia. As obras demandarão um investimento de cerca de R$ 7,2 milhões e, como contrapartida do locatário, o contrato prorrogado até abril de 2026.

CSHG Renda Urbana (HGRU11)

Figura conhecida na lista das mais recomendadas, o CSHG Renda Urbana foi lembrado por cinco corretoras em fevereiro. Previsibilidade na estrutura de destaque e recente do portfólio são alguns destaques do fundo.

O relatório aponta para a mudança de estratégia de fundo nos anos, que deixou de ser carteira monoativo e monoinquilino do segmento educacional e passou a ter um portfólio também dos últimos meses ao segmento de varejo.

Em dezembro de 2021, três ou três fundos concluíram uma aquisição de 11 itens apresentados em diferentes regiões do Brasil e localizados por redes diferentes. Em 2019, a carteira já havia adquirido dez imóveis do grupo BIG, antigo Walmart e três novas faculdades.

A Órama destaca ainda que a maioria dos contratos de locação do CSHG Renda Urbana prevê o recebimento de um percentual variável do faturamento dos empreendimentos.

O fundo do Credit score Suisse também está na carteira recomendada de fevereiro do Itaú BBA, que destaca a previsibilidade do CSHG Renda Urbana para o investidor focado no recebimento de renda recorrente.

“É um veículo interessante para geração de renda confiável e recorrente, visto a quantidade de contratos atípicos”, explica Larissa, que se refere aos contratos com maior duração.

Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11)

Um dos mais populares de recebíveis do País, o Kinea obteve cinco fundos de investimento para compra em fevereiro. Analista considera o fundo uma boa oportunidade do momento econômico atual.

Atenta ao cenário de manutenção da taxa Selic em um patamar elevado nos próximos meses, Isabella Suleiman, analista da Genial Investimentos, vê no Kinea uma boa forma de monetizar com os substitutos próximos.

“É dos poucos fundos de recebíveis strong point indexação ao CDI”, lembra um analista. “A carteira ser mais segura e melhorar sua flexibilidade, além de contar com um pulverizado em risco menor”.

Maria Fernanda Violatti, da Rico, que trabalha com uma Selic de 11,5% no ultimate do ciclo de alta dos juros, lembra que 97% da carteira do Kinea está indexada ao CDI.

“Acreditamos o fundo vai se beneficiar com a perspectiva de aumento da taxa Selic no curto prazo e mostramos um retorno com previsão de previsão de cerca de 12,6% para os próximos 12 meses”, calcula Maria Fernanda, que vê um bom ponto de entrada nenhum papel.

TRX Imóveis (TRXF11)

Também cinco portfólios em fevereiro, o TRX Actual Property tem visto com bons analistas do portfólio do futuro apresentado pelo atacado, focado no varejo, durante a pandemia do Covid-19.

“Assim como galpões logísticos, o varejo tem sido um dos setores que foram danificados o início da crise”, lembra Crespi, da Information. “Nesse sentido, acreditamos na sinergia que oferece o portfólio do fundo entre os dois segmentos”, afirma.

O TRX também está na carteira de trabalho de fevereiro do Santander, assinada pelo analista Flávio Pinheiros também, que estima um retorno com previsão de fevereiro também no fundo em 9% nos próximos 12 meses.

Pires lembrou que o fundo encerrou recentemente a quinta emissão de cotas que captou o montante de R$ 164 milhões. A carteira também adquiriu mais dois imóveis de propriedade da Sendas Distribuidora, que abrigará lojas atacadistas operadas sob a bandeira “Assaí” em Ipatinga (MG) Rio de Janeiro (RJ).

BTG Pactual Logística (BTLG11)

Pela vez seguida lista das mais recomendações, o BTG Pactual Logística aumentou de quatro para cinco o número de manutenção do mês na comparação com o mês anterior. Assim como o CSHG Renda Urbana, o fundo também está entre como apostas dos analistas para 2022.

Na base Crespi, o segmento de avaliação logística apresentada, desde o início da pandemia, o perfil mais defensivo entre os segmentos imobiliários e o setor a seguir com sólidos sólidos.

“Nessa, vemos o leque de opções do BTG Pactual Logística como o melhor nome para estar posicionados, visto seu amplo leque de aquisições e valor reprimido em ativos do portfólio”, aponta o analista da Information.

O BB Investimentos, que também conta com o fundo na carteira, destaca-se como aquisições do fundo. A última foi a do BTLG Mauá, localizada a fifteen km de São Paulo, com especificações técnicas Triplo A, de alta qualidade.

Com a compra do imóvel, a área bruta locável do fundo (ABL) aumentou 19% e, conforme havia sido divulgado em fato relevante, o BTG Pactual Logística já usufruiu de 100% das receitas com locação do espaço.

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