Preso diz à polícia que espancou Moïse porque ele estava “perturbando”

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Tentativa de desqualificação

O advogado Rodrigo Mondego, que acompanhou a mãe de Moïse, Ivana Lay, durante o depoimento dela nesta quarta-feira (2/2), declarou que há uma tentativa de desqualificar o congolês.

“Existe uma tentativa de transformar ele na pessoa que gerou o resultado da própria morte. Falar que ele estaria alcoolizado, que estaria alterado”, pontuou o advogado ao G1.

Mondego, que é da Comissão de Direitos Humanos da OAB, declarou que congolês generation trabalhador e estava indo ao quiosque buscar a remuneração dele. “Moise generation trabalhador e ele generation remunerado por isso. A polícia ainda tenta descobrir a motivação do crime. Mas Moïse não generation uma pessoa bêbada como estão dizendo”, afirmou o jurista.

Prisões

A Justiça do Rio de Janeiro decretou a prisão dos três homens acusados de espancar e matar o congolês Moïse Mugenyl Kabagambe, em quiosque na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade.

A juíza Isabel Teresa Pinto Coelho Diniz, do Plantão Judiciário da capital, decretou nesta madrugada (2/2) a prisão cautelar de Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca, conhecido como “Dezenove”, Brendon Alexander Luz da Silva, o “Totta”, e Fábio Pirineus da Silva, o “Belo”.

Os três foram identificados após o depoimento de testemunhas que presenciaram o espancamento com um taco de beisebol. Moïse foi assassinado no último dia 24 de janeiro, após ir cobrar uma dívida de R$ 200 por um trabalho feito para o dono do quiosque.

A magistrada afirma que, de acordo com a denúncia do Ministério Público do Rio, as investigações policiais apontam a autoria dos indiciados na morte do congolês. No entanto, a juíza ressalva ser necessária a realização de diligências para a elucidação dos fatos.



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