Família de congolês presta depoimento e pede vídeo de ataque sem corte

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Rio de Janeiro – Ivana Lay, mãe de Moïse Kabamgabee mais quatro parentes do congolês morto durante espancamento em um quiosque na Barra da Tijuca chegaram à Delegacia de Homicídios na tarde desta quarta-feira (2/2) para serem ouvidos pelo delegado responsável por investigar o caso. Representantes do Consulado do Congo os acompanharam.

De acordo com o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Rodrigo Mondego, a família assistu aos vídeos de agressão e ficou ainda mais chocada com a brutalidade sofrida pelo refugiado.

A mãe não conseguiu dormir com as cenas de barbárie. “É preciso sobre a imprensa que, a família quanto à Comissão de Direitos Humanos da OAB, “como as imagens pela imprensa e ainda não informaram o acesso aos automobiles do inquérito tanto disse o defensor.

Segundo Mondego, os parentes questionam o fato de os vídeos foram divulgados picotados e dizem que vão solicitar novamente à polícia o acesso ao registro completo, sem cortes.

Ainda de acordo com o advogado, a prisão dos três envolvidos no crime deixou a família aliviada, mas não diminui a necessidade de uma punição rigorosa.

“A vítima caída da agressão, mesmo com a vítima vítima e já desacordada, demonstrar a intenção de matar grupo. O fato de eles depois de tentarem reanimá-la não terem a crueldade e o grau de extrema violência, como podem ser adequados nas imagens”, avalia o fato.

“Há também uma clara tentativa de desqualificar o Moïse. Está vendendo uma ideia de que ele estava doido, bêbado. E não generation isso. O que gastar generation native que ele dormia de trabalho para passagem. Não dá pra culpar a vítima. Ele não pode ser cobrado pela própria morte”, explica o representante da OAB.

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