Mãe precisa assinar termo de responsabilidade para vacinar filha no RJ

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Rio de Janeiro – Moradora de Itaguaí, município da Região Metropolitana do Rio, Regina Célia Matos Ferreira se surpreendeu com uma exigência feita no momento em que levou sua filha Sofia, de 7 anos, para vacinar. Ela foi obrigada a assinar um termo de responsabilidade relacionado à aplicação do imunizante em crianças de 5 a 11 anos.

O caso, revelado pela TV Globo, será investigado pelo Ministério Público do Rio. Esse tipo de exigência, considerada  abnormal, já foi constatada também na cidade de Nilópolis.

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“Vacinei minha filha semana passada. Contrariada, assinei o bendito termo. Depois fui levada para uma sala com mais três pais com seus filhos, onde, a portas fechadas, a agente de saúde leu trocentas reações adversas que poderiam acontecer”,  disse a mãe, em entrevista a Globo.

“Foi horrível, um terrorismo. Minha filha tomou a vacina e não teve reação nenhuma. Está linda e feliz por ter tomado a vacina”, acrescentou a mãe.

O termo autorizando a vacinação de crianças entre 5 e 11 anos está previsto pelo Ministério apenas quando pais e mães não estão presentes.

Em Nilópolis, a exigência do termo está nas regras para a vacinação, publicadas nas redes sociais da prefeitura da cidade. “Além da presença do responsável, é necessário CPF da criança ou cartão do SUS, comprovante de residência do responsável e autorização do responsável feita na hora”, diz o submit.

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