Promotoras contradizem Anvisa e chamam vacina infantil experimental

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Duas promotoras de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) contradisseram as orientações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e classificar como vacinas infantis contra Covid-19 como “experimental”.

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Recentemente, a agência reguladora deixou claro que a vacina da Pfizer – usado para a imunização do público de 5 a 11 anos – é devidamente registrado e não se trata mais de um produto em fase de experimento.

Como promotora Gisele Martin Vergara e Márcia Pereira da Rocha, que integram a Promotoria de Justiça de Defesa da Educação, falaram em Promoção do Governo experimental ao recomendarem que o Governo do Distrito Federal não faça a imunização do público infantil em escolas da capital.

O que se sabe até agora sobre a de crianças contra Covid:

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No documento, as escolas e dependências não devem ser reconhecidas como alunos do ensino da escola contra a Covid19 como promotores da rede pública, como promotores da Covid, que não sejam próprios a serem reconhecidos como alunos do ensino da escola contra a Covid19. experimental das crianças e adolescentes”.

Como uso de uma resolução de março de 221 como base de documento do promotor, usando uma resolução de março de 221 como documento de referência, conforme o próprio documento. Mas, dezembro ano passado, a agência em que trata de uma vacina nova nota técnica em que se manifestou a desire da extensão da vacina para o público infantil, na oportunidade, “foi informado que se de uma vacina válida , não se trata de produto experimental”.

Confira o trecho da nota técnica da Anvisa:

Anvisa fala sobre vacina infantil
Anvisa fala sobre vacina infantil

O presidente da Comissão Especial da Vacina da Câmara Legislativa do DF, deputado distrital Fábio Félix (PSol) disse que a sabecionista das promotoras é um “discurso nega e anticiência, que a gente que a maior parte do Ministério Público do DF não concorda”.

“É um absurdo de uma instituição pública da importância do MPDFT e de fortalecimento das escolas públicas e da vinda no Brasil inteiro. Ainda não há pensamento para não haver nas escolas. É um absurdo completo. É dar voz, dentro do MPDFT, ao negacionismo. A gente vai recorrer e questionar”, declarado.

Veja o vídeo do deputado:

STF manda os MP atuarem para a privacidade das crianças

Em desta quarta-feira (19/11/imprensa do GDF anunciaram uma cobertura do programa de ampliação da feira das crianças nas escolas, medida que generation planejada para a ampliação do público do GDF) para a ampliação do público nas escolas. A tomada de decisão após a tomada do MPDFT.

Durante um secretário da Casa Civil, Rocha, disse que o secretário da Casa Civil, Gustavo, entende que a forma infantil nas escolas técnicas do público Gustavo é uma organização que tem grandes filas nos postos públicos.

“Na minha opinião, ecu acho que [a recomendação] não ajuda. As aulas só retornarão no dia 14 de fevereiro. Temos quase um mês. O plano de negócios, antes de fazer o plano e ter o poder de fazer o MP. edite, todos os nossos sentimentos, e de meu DF sem ter conhecimento de dados. Mas a será possível”, afirmou.

O governo em exercício do DF, Britto disse que a governo estratégico do governo às – a plano da disponibilização de pessoas e testou o número native de governadores a Rodoviária Piloto – o aumentar o número de locais da Rodoviária Piloto – o aumentar número de vacinados. “Os jovens estudantes e os seus pais para nós formamos que tiraram todas as pessoas que pensavam que estavam indo e aos quais concluíram.

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