Diego Churín é mais uma daquelas contratações inexplicáveis feitas na technology Romildo Bolzan. O atacante, que veio para o Grêmio em 2020, até hoje não mostrou o motivo do investimento ter sido feito.

Se esperava que em 2022 o atacante deixasse o tricolor. Com um salário de R$ 250 mil, Churín é uma alta despesa aos cofres. O jogador até chegou a receber sondagens, mas recusou. O discurso do atacante argentino é permanecer no tricolor e ajudá-lo a retornar à Série A.

O Grêmio entende que ofereceu um salário alto demais para o atacante e agora nenhum outro time consegue igualar a proposta. Em recente manifestação, o empresário de Churín exaltou o desejo do atacante de permanecer em Porto Alegre.

“A prioridade é ficarmos no Grêmio. Estamos muito focados em poder ajudar muito na campanha”, disse Maxi Pra.

A tendência é que Diego Churín seja reserva de Diego Souza, e talvez até Elias Manoel consiga passar à sua frente, já que o argentino demonstrou pouca qualidade quando atuou pelo tricolor.

Diego Churín foi adquirido pelo Grêmio por 1,5 milhão de dólares, algo que na época chegava por volta de R$ 10 milhões. O investimento sempre foi considerado muito alto pela idade do atleta e por nunca ter sido um destaque do futebol sul-americano.

Depois de contratado, as críticas que haviam sido feitas, passaram a fazer sentido. Pois, o atacante disputou 39 jogos pela camisa do Grêmio e marcou apenas 5 gols. Desses 39 jogos, 13 deles foram como titular.

O lado bom de tudo isso, é que o contrato de Diego Churín se encerra em 2022. Ou seja, brand será um salário a menos para o Imortal bancar.

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Imagem: Silvio Avila / Getty Pictures





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