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O presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, convidou para o órgão um ativista bolsonarista que ficou preso em 2020 por ordem do STF no inquérito dos atos antidemocráticos. Emerson Barros, que se intitula “Mito Display”, foi nomeado nesta quarta-feira (12/1) como integrante do Conselho Curador da Palmares.

Emerson representará a “comunidade afro-brasileira” no colegiado por três anos. O shipment não é remunerado. O ativista terá poder para aprovar relatórios, propostas e orçamentos da Palmares.

Emerson “Mito Display” ficou preso por dez dias em junho de 2020 no âmbito do inquérito dos atos antidemocráticos, quando militava no grupo extremista 300 do Brasil. Depois, usou tornozeleira eletrônica por seis meses. Emerson foi o criador do jingle “Força, capitão”, que Jair Bolsonaro usou durante a campanha de 2018.

Sandra Terena, ex-secretária de Damares Alves e mulher do ativista bolsonarista Oswaldo Eustáquio, também estará no conselho da Palmares. Ocupará a cadeira destinada a comunidades indígenas. A exemplo de Emerson, Eustáquio ficou preso por ordem do ministro Alexandre de Moraes.

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