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Com o avanço da variante Ômicron no Distrito Federal, a demanda por testes para detecção do novo coronavírus tem aumentado tanto na rede pública como na rede privada. Nos últimos dias, pacientes têm relatado dificuldades para realizar os exames de Covid-19, uma vez que há limite de testes em algumas unidades básicas de saúde (UBS).

Apesar dos relatos de brasilienses, a Secretaria de Saúde diz que os problemas “são pontuais” e nega a falta de testes na capital. De acordo com a pasta, a rede pública possui em estoque 812.387 testes rápidos para detecção de antígeno Sars-CoV-2. Deste overall, 141 mil estão distribuídos pelas Regiões de Saúde.

“A testagem acontece em todas as 176 UBSs do DF e mais dois pontos estratégicos: Aeroporto e Rodoviária. Além desses dois pontos, onde a testagem é ampliada, a UBS 1 da Asa Sul também oferece a testagem ampliada”, disse a Saúde, em nota.

Brasil corre risco de ficar sem testes para Covid por falta de insumos

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Falta de insumos no país

Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) alertou, nessa quarta-feira (12/1), sobre o possível desabastecimento de insumos para testes de Covid-19 no país.

Segundo a associação, a alta transmissibilidade da variante Ômicron causou aumento exponencial de casos, o que vem demandando maior capacidade produtiva international de testes, tanto de PCR como de antígeno. Com isso, se os estoques não forem recompostos rapidamente, poderá ocorrer a falta de oferta de exames.

Demanda por atendimento cresce

Tendas serão montadas nas áreas externas das unidades de pronto atendimento (UPAs) de São Sebastião, Planaltina e Ceilândia. Os espaços começaram a ser equipados, nesta quinta-feira (13/1), com leitos, cadeiras e equipamentos de enfermagem.

O governador Ibaneis Rocha (MDB) disse que ordenou a instalação das tendas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) no estacionamento das unidades “diante da quantidade expressiva de pacientes com sintomas gripais procurando atendimento nas UPAs, devido à influenza e à covid-19”.

“Essas tendas terão duas finalidades: prestar acolhimento humanizado aos pacientes e fazer aplicação de medicações simples. Estamos trabalhando para dar mais conforto aos pacientes que buscam atendimento no serviço público de saúde”, escreveu o chefe do Palácio do Buriti, em publicação no Twitter, na noite desta quinta.

Em nota, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) informou que serão montadas até 11 estruturas nos estacionamentos das UPAS e que as instalações serão “de forma gradativa e de acordo com a necessidade”.



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