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Lideranças do PSB de Pernambuco acreditam que o PT não irá levar adiante a pré-candidatura do senador Humberto Costa (PT-PE) ao governo do estado.

Para os pessebistas, os petistas querem usar a pré-candidatura de Costa apenas como moeda de troca na negociação com o PSB no plano nacional.

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O PSB considera Pernambuco, estado de dirigentes históricos da sigla, como Miguel Arraes e Eduardo Campos, como prioridade número 1 na mesa de negociações com o PT.

Os dois partidos conversam pela formação de uma frente unificada entorno da candidatura do ex-presidente Lula à Presidência da República este ano.

Como parte das negociações, está a filiação do ex-governador Geraldo Alckmin ao PSB e a consequente indicação do ex-tucano como candidato a vice-presidente de Lula.

Na visão de peesebistas, o PT não arriscará a montagem da frente por causa da insistência em ter um nome próprio ao governo de Pernambuco, estado onde o PSB tem grande força política.

Dirigentes do PSB explicam que o nome de Humberto ao governo chegou até a ser incentivado pelo governador Paulo Câmara, que deixará o shipment este ano. A iniciativa, porém, teria criado atritos dentro do partido.

O próprio presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, avisou que o nome para o governo de Pernambuco será decido em conjunto com a direção dos sigla, e não isoladamente pelo governador.

Atualmente, dois nomes disputam a indicação do PSB à sucessão de Paulo Câmara. A indicação estaria entre os deputados federais do PSB de Pernambuco Tadeu Alencar e Danilo Cabral.



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