Rio de Janeiro – Durante reunião do Comitê Especial de Enfrentamento à Covid-19 da Prefeitura do Rio, realizada na manhã desta quarta-feira (12/1), um dado divulgado chamou a atenção: os óbitos ocorrem 30 vezes mais entre os não vacinados. Por isso, na ata do encontro, as autoridades sanitárias se comprometeram a intensificar os esforços para aumentar a cobertura vacinal dos cariocas, com foco especial nos mais de 740 mil que ainda não receberam a  dose de reforço.

Neste ano, houve apenas uma morte confirmada pela Covid-19 na capital, contra 16.179 em 2021 e 10.022 em 2020.

A reunião dos especialistas também debateu a necessidade de aumentar medidas restritivas, como restabelecer o uso obrigatório de máscaras faciais em locais abertos. A proteção facial, no entanto, segue obrigatória apenas em locais fechados e nos transportes coletivos, restando na ata apenas uma recomendação para o uso do acessório, “sempre que possível, em locais abertos”.

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Outro apontamento importante feito pelo comitê é que as pessoas com sintomas devem buscar uma unidade de saúde para que sejam testadas. Em caso positivo, é necessário respeitar o intervalo de 30 dias para completar o esquema vacinal para Covid-19 (D2 ou DR) ou iniciar novo esquema (D1).

Carnaval em pauta, mas fora da ata

Outro assunto debatido pelos integrantes do conselho, mas que ficou fora da ata, é a segurança epidemiológica para que sejam mantidos os  desfiles das escolas de samba na Marquês de Sapucaí. De acordo com o secretário de Saúde, Daniel Soranz, ainda não é o momento de tomar decisões sobre o Carnaval.

“O momento agora é de oferecer assistência aos pacientes com sintomas, preparar a rede, vacinar as pessoas e testar a população, além de vacinar as crianças a partir da próxima segunda-feira. A Sapucaí não é a prioridade agora”, diz.

Um novo encontro do comitê com os representantes da Prefeitura está marcado para o próximo dia 24/1.



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