Executivo suspeito de aliciar crianças é solto após pagar fiança em GO

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Goiânia – Um dia depois de ser preso em flagrante em condomínio de luxo, na capital goiana, por suspeita de pornografia infantil, um empresário de 37 anos foi solto, na quarta-feira (12/1), mediante pagamento de fiança de R$ 12,1 mil. Segundo a Polícia Civil de Goiás, ele é investigado por comprar pacotes com pornografia infantil e aliciar crianças e adolescentes para fazer sexo, na cidade.

Os policiais cumpriram mandados de busca e apreensão na sede da empresa e na casa dele, onde estava uma filha de 2 anos, na terça-feira (11). De acordo com a investigação, ele foi preso em flagrante após os agentes encontrarem pornografia infantil nos aparelhos eletrônicos dele.

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Os nomes do empresário e da empresa dele não foram divulgados pela polícia. A investigação informou apenas que o suspeito é executivo sócio de um grande grupo econômico que atua em todo o país.

Arrependido

Durante o interrogatório, o empresário disse estar arrependido pela prática do crime ao qual é investigado, mas, segundo a polícia, ele passou a maior parte do pace em silêncio.

O delegado Daniel de Oliveira afirmou que o empresário aliciou uma segunda pessoa para fornecer pacotes com vídeos e fotos de pornografia infantil, que eram pagos por transferências by way of PIX e recarga de celular.

“Essa segunda pessoa tem um irmão de 10 anos, que foi estuprado por esse irmão com pedidos deste executivo, que instigava essas práticas e determinava que esse segundo homem marcasse encontros com crianças e adolescentes”, disse o delegado, durante a apresentação do caso à imprensa.

“Fantasia”

Ao ser questionado se o empresário combinou com essa pessoa o encontro com a criança com a finalidade de ambos abusarem dela, o delegado confirmou que houve a conversa, mas, conforme acrescentou, sem intenção de concretizar os atos, “mantendo seus desejos apenas no âmbito da fantasia”.

O empresário informou ainda, durante o interrogatório, que conheceu a pessoa suspeita de fornecer os materiais pornográficos em um restaurante próximo ao seu native de trabalho há cerca de três anos. Desde então, segundo a polícia, os dois passaram a conversar pelas redes sociais e receber materiais pornográficos dele.

Polícia Civil informou que esses encontros para práticas sexuais com crianças e adolescentes estão sendo investigados porque, segundo o delegado, ainda não há provas de que eles teriam ocorrido, mas apenas troca de mensagens por celular.

O Metrópoles não encontrou o contato da defesa do empresário, já que o nome dele não foi divulgado, mas o espaço segue aberto para manifestações.



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