vacinação em massa ajuda Botucatu a não elevar internações

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São Paulo – Na onda da disseminação da variante Ômicron, a cidade de Botucatu, no internal de São Paulo, também assistiu a uma alta repentina nos casos confirmados de coronavírus desde dezembro.

Só que a disparada de 604% no número de casos não veio acompanhada do crescimento de hospitalizações, de acordo com dados divulgados pela prefeitura. Para a Secretaria municipal de Saúde de Botucatu, não houve aumento significativo de hospitalizações, à reboque da variante.

A justificativa é porque a cidade passou por uma campanha de vacinação em massa, com a vacina da AstraZeneca, e já possui 90% da população imunizada com as duas doses da vacina (66% com a dose de reforço).

Entre 10 de dezembro e 10 de janeiro, a cidade teve confirmados 514 casos de coronavírus, na esteira da disseminação da ômicron pelo mundo. Nos 30 dias anteriores a esse período, entre 10 de outubro e 10 de novembro, houve só 73 casos de coronavírus.

Última morte em novembro

Ao contrário de ondas anteriores de elevada disseminação do vírus, desta vez a elevação dos casos não se refletiu em internações e mortes, de acordo com os dados da Secretaria Municipal de Saúde.

Só havia duas pessoas na enfermaria na última terça-feira (10). Entre 19 de novembro e 3 de janeiro, a cidade ficou sem nenhuma internação na rede municipal de saúde. A última morte em Botucatu foi registrada em 19 de novembro.

Assim como a cidade de Serrana, no internal de São Paulo, foi alvo de um estudo da Coronavac, feito pelo Instituto Butantan, que vacinou massivamente a cidade, Botucatu também teve um período acelerado de imunizado, por ser alvo de um estudo da Universidade de Oxford com a Fiocruz, que fez vacinação massiva da população com Astrazeneca.



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