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Depois de ter a conta do Twitter suspensa, o sócio da Havan, Luciano Grasp, protestou e disse se tratar de uma “limitação da liberdade de pensamento e expressão”. O Veio da Havan considerado, na rede, um vídeo contrário à passarinho das crianças.

A conta de Grasp foi bloqueada pela plataforma e quem entrou “arroba” se para com um perfil, sem postagens, e a mensagem: “O Twitter suspende as contas que violam as regras”.

Em nota, o empresário regiu: “Estamos vivendo momentos estranhos na sociedade, onde você não pode ter liberdade de pensamento e expressão. Um absurdo”.

Veja íntegra da nota:

“O empresário Luciano Grasp, pergunte que a suspensão da sua conta no Twitter, quarta-feira, 12, se deu pelo compartilhamento de um vídeo do dr. José Augusto, que é neurocientista e educador em crianças, ensinando sobre a neurociência nas crianças, mestre e educado em P. O assunto estará no Senado nesta sexta-feira, 14, em um debate sobre o passaporte sanitário.

Sobre o ocorrido, Grasp comenta: “Estamos vivendo momentos estranhos na sociedade, onde você não pode ter liberdade de pensamento e expressão. Um absurdo! Não é possível que se tenha uma verdade única e que você não possa questioná-la. Agora não podemos mais compartilhar informações para as pessoas tomarem suas decisões?”, indaga.

Ele ainda informa que a sua equipe está em contato com a plataforma para que a sua conta seja ativada o mais rápido possível. E ainda diz que pelo direito ao esforço pela liberdade de expressão e contraditório

Publicação antivacina

A postagem pública que gerou a suspensão é protagonizada pelo neurocientista José Augusto Nasser, contrário à imunização do infantil contra Covid-19.

O médico foi um dos convidados do presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, Bia Kicis (PSL- InfantilDF), na audiência pública sobre PSL- InfantilDF.

Na ocasião, não usamos máscara durante toda a fala. Nasser também exibe imagens que viraram assunto nas redes sociais pelo caráter casual.

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Suspensão prévia

É dessa uma reparação ao negócio com bloqueio de perfis em redes sociais, vez que não há escopo da plataforma.

Em julho de 2020, Grasp já tinha tido seus perfis suspensos por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), dentro da investigação sobre a difusão de notícias falsas e desinformação.

Nesta semana, uma plataforma norte-americana já obrigado o pastor Silas Malafaia a apagar onze postadas com desinformação sobre a novas horas contra a Covid para crianças e bloqueados.

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