Cinco atitudes que você deve ter para evitar a disseminação da Ômicron

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Um levantamento inédito divulgado pelo Instituto Todos pela Saúde, na quarta-feira (28/12), identificou que a variante Ômicron do coronavírus já alcança mais de 30% de prevalência em pelo menos oito estados brasileiros: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Bahia, Goiás, Santa Catarina e Tocantins.

Na quinta (30/12), o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), confirmou que há transmissão comunitária da variante Ômicron na capital do país.

O aumento dos casos de Covid-19 no Brasil também já foi detectado pela rede privada de saúde Dasa. Em comunicado divulgado na quarta-feira (28/12), o grupo afirmou que resultados positivos de testes de Covid cresceram nos últimos 10 dias, passando de 3,34% em 18 de dezembro de 2021 para 16% em 28 de dezembro de 2021. O relato de médicos é que as emergências voltaram a ficar cheias de pessoas com problemas respiratórios causados pela Covid-19 ou influenza.

Para evitar que a disseminação da variante Ômicron ameace novamente o sistema de saúde, a responsabilidade person conta muito. Algumas atitudes combinadas diminuem o risco de transmissão, especialmente durante este período, no qual as festas e os encontros estão mais frequentes. Confira:

1. Vacinar-se com duas doses do imunizante e dose reforço

Após ter completado 4 meses da sua segunda dose, você já pode tomar o reforço da vacina contra a Covid-19. Os testes feitos até aqui mostram que a terceira dose apresenta bons resultados para evitar casos graves da variante Ômicron. Se você está com a vacinação atrasada, deve regularizá-la, pois ainda que a proteção das vacinas originais contra a nova variante não seja equivalente às anteriores, o esquema completo assegura algum nível de proteção. “Alguma proteção é melhor do que nenhuma”, reforça a infectologista Ana Helena Germoglio.

2. Não abandone sua máscara

Os estudos realizados durante a pandemia mostraram que as máscaras são poderosas ferramentas de proteção contra a Covid-19. De acordo com os especialistas, as melhores são os modelos PFF2 (conhecida como N95 no Brasil) e a cirúrgica de três camadas. As máscaras, se usadas de maneira correta, conseguem bloquear a maior parte das gotículas contaminadas, evitando, assim, a transmissão do vírus. No entanto, o uso do merchandise de proteção deve ser uma estratégia combinada com outras, como distanciamento social e limpeza constante das mãos.

3. Evite ambientes fechados

Em cartilha divulgada em 22 de dezembro, a Fundação Oswaldo Cruz sugere que as pessoas realizem as comemorações de fim de ano em locais abertos e, se não for possível, que sejam ao menos espaços bem ventilados. O Sars-CoV-2 é um vírus de transmissão aérea por isso a preocupação com a qualidade do ar nos eventos.

“É importante que as pessoas tomem os cuidados que são necessários para, de alguma forma, mitigar quaisquer riscos de transmissão. Tudo o que a gente não quer é que as festas de família, as festas entre amigos, gerem casos de Covid-19 e tristeza posteriormente”, destacou a pesquisadora Margareth Portela, do Observatório Covid-19, no lançamento da cartilha.

4. Faça testes para aumentar a segurança

Outra precaução importante para aumentar a segurança nos encontros é a realização de testes para Covid-19. Desde o início da pandemia, várias tecnologias de testagem foram desenvolvidas e aprimoradas. Caso esteja com sintomas ou tenha estado com alguma pessoa contaminada, o mais indicado é o teste PCR em laboratórios. Caso queira apenas confirmar que não está contaminado, os testes de antígeno de farmácia podem ser uma boa opção, desde que realizados imediatamente antes do evento para o qual se pretende ir.

5. Se estiver com sintomas, isole-se

Neste momento, no qual o país também vive surtos da gripe influenza, a infectologista Ana Helena Germoglio destaca a importância do isolamento social caso a pessoa esteja com sintomas respiratórios. “Independentemente de qual seja o vírus, agora que a gente está enfrentando uma época de duas doenças de transmissão respiratória, é importante que, ao menor sinal, já se inicie o isolamento”, afirma. O isolamento deve ser mantido por ao menos 10 dias ao sinal dos primeiros sintomas.

Veja como se proteger durante as festas de fim de ano

O avanço da vacinação no país e a queda na curva de casos e óbitos fez com que muitos brasileiros voltassem a sonhar com as comemorações de Natal, Réveillon e Carnaval. No entanto, o surgimento da variante Ômicron do novo coronavírus adicionou incertezas em relação ao cenário futuro da pandemia. Saiba como se proteger da Covid-19 durante as festas de fim de ano:

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