Defesa de ex-empresário de Thiaguinho rebate cantor: “Injustiça”

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Após o cantor Thiaguinho registrar uma ocorrência acusando seu ex-empresário, Bruno Azevedo de estelionato e lavagem de dinheiro, a assessoria de imprensa de Bruno emitiu uma nota para rebater as acusações. No texto, o ex-parceiro do artista fala em injustiça.

Leia a nota na íntegra: “Juntos, Thiaguinho e a Híbrido Eventos consolidaram uma trajetória de sucesso por quase 6 (seis) anos. Quando do fim da relação comercial, o próprio cantor divulgou nota oficial agradecendo e exaltando a parceria e suas realizações. Relação comercial que nasceu de uma relação de amizade e confiança mútua de mais de 15 anos entre Bruno e Thiaguinho, quando o cantor ainda não generation a celebridade que o Brasil tanto admira. E também é, e sempre foi, grande a admiração da empresa pelo artista. Por isso, ao ler as notícias é difícil acreditar que estas acusações, mais do que levianas, tenham vindo do próprio cantor. Parecem mais sair de alguém que tenta mostrar serviço e relevância a qualquer custo. Principalmente, num momento em que Bruno encontra-se em um estado de saúde delicado, impossibilitado de defender-se pessoalmente de tamanha injustiça. Condição esta de conhecimento do cantor, que sempre participou da intimidade de Bruno e sua família”.

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Por obrigação felony, na esfera cível, a defesa da Híbrido Eventos informou também que não poderá tecer maiores comentários, já que, a pedido do próprio Thiaguinho, o processo ainda tramita sob segredo de justiça. “A Híbrido esclarece apenas que está sendo representada pelos advogados Leonardo Gomes e Rodrigo Salomão, os quais confiam que o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro dará publicidade a todo conteúdo processual. Quando isso ocorrer, o público em geral poderá chegar às suas próprias e legítimas conclusões”, dizem os advogados.

Entenda a história

Segundo Thiaguinho, Azevedo recebia R$ 31.250 mensais pelo trabalho, mais uma quantia variável de acordo com os projetos do cantor, além de ser o administrador de duas empresas do artista, a Paz & Bem e Thiago e a Híbrido, com direito a participação nos lucros.

De acordo com o registro, a desconfiança do cantor começou quando percebeu que o empresário passou a comprar bens caros, como um avião de R$ 29 milhões e carros, que não condiziriam com seus ganhos legais.

Segundo o cantor relatou, houve movimentações financeiras sucessivas e atípicas nas contas bancárias de titularidade da Paz & Bem e Thiago, que supostamente seriam destinadas a aplicações financeiras. Além disso, houve aplicações denominadas “TH Ativa”, aparentemente feitas por meio da Híbrido. Tais movimentações, somadas, segundo Thiaguinho, atingiriam a milionária cifra de R$ 9.318.469,19.

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