Os seguro realizados por alguns bancos podem ofertar alguns planos que possibilitam a utilização de peças usadas e cobertura contratual para a frente do veículo apenas para redução de custos

No início de setembro, novas regras para a contratação de seguros de automóveis serão aplicadas em todo o Brasil. E a boa notícia é que essas novas regras podem ajudar a baixar o preço do seguro do seu automóvel.

Trata-se de um conjunto de novas regras e modalidades desenvolvidas pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados) na Circular nº 639, publicada em., Foram editadas no Diário Oficial da União em 13 de agosto.

A intenção destas modificações é deixar simples o processo para contratar um seguro, possibilitando reduzir o valor da apólice de acordo com os serviços escolhidos pelo cliente. Porem, nem a Fenseg nem a Susep calculam quanto os clientes poderão economizar. Veja mais aqui.

Seguro

As novas regras permitem uma flexibilidade real nas apólices de seguro. Agora é possível personalizar mais ainda os serviços ofertado para que o contrato seja mais encaixado às necessidades de cada cliente. A intenção dessa mudança é aumentar a adoção de veículos não segurados em circulação.

Hoje em dia aproximadamente 49,1 milhões de carros que rodam em nosso país não têm um seguro. Este valor corresponde a aproximadamente 67% do nosso total de carros com até dez anos de fabricação.

 

Mudanças nos seguros

Uma das mudanças mais importantes é que o seguro pode ser vinculado ao motorista, não ao carro. Isso significa que todo carro que o segurado dirige está coberto pela apólice. E funcionaria como qualquer outro contrato de streaming (Netflix) ou até mesmo pagamento eletrônico de pedágio (Sem Parar).

O contratante define um valor premium na faixa de preço dos veículos que usa. Essa mudança pode ser benéfica tanto para os motoristas de aplicativos, como uber por exemplo, quanto para as pessoas que alugam veículos.

Mais novidades sobre as alterações nos seguros

Mais uma coisa nova sobre isso é a autorização para comércio de coberturas de danos (casco) abrangendo diferentes riscos, permitindo coberturas parciais. Exemplo: a apólice pode cobrir somente a parte da frente do veículo, retrovisores e vidros, e não todo o automóvel.

Em caso de baixa total, o consumidor pode definir um valor parcial a compensar que se desvia do valor total do veículo. Na prática, por exemplo, ele pode concluir indenização de 70% do valor do imóvel. E isso sem dúvida seria um bom mecanismo para reduzir significativamente o valor do seguro.

Seguro

As novas regras também permitem a utilização de peças usadas (desde que atendidos os requisitos técnicos do Contran). As peças novas, sendo originais ou paralelas, brasileiras ou de origem  importadas, precisam atender às especificações técnicas do fabricante.

O objetivo das alterações é dar mais autonomia ao consumidor e tornar o seguro automóvel mais acessível e vantajoso para todos. No entanto, os especialistas são cautelosos quanto às vantagens dessa flexibilidade.

Segundo Dorival de Sousa, vice-presidente da Fenacor (Associação Nacional dos Corretores de Seguros), as medidas podem levar o consumidor a interpretar mal o contrato e levar a um aumento significativo do contencioso entre seguradoras e clientes. Por exemplo, seguro apenas contra incêndio e não contra colisão, mas se ocorrer um acidente que provoque um incêndio, a seguradora pode alegar que não cobre, diz Souza.

O executivo diz que também entende que a intenção é deixar os custos mais baixos, mas o seguro de apenas uma parte não é precisamente o melhor para o consumidor.

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