Está a planear comprar uma propriedade e viver nos EUA? Se assim for, é importante conhecer as opções de financiamento e empréstimo disponíveis para os estrangeiros. Entenda como funciona a Hipoteca e o que fazer para obter sucesso.

Tal como os restaurantes de fast food, as hipotecas fazem parte da vida americana e do início da vida adulta.

De acordo com a base de dados da OECD Affordable Housing Database, 62,9% dos americanos são proprietários das suas próprias casas. A maioria dos americanos compra os seus bens através de financiamento bancário.

Quer saber o que é uma hipoteca nos EUA e como se aplica à compra de uma casa? Continue a ler e confira!

Para colocar as coisas em perspectiva, espera-se que o mercado de empréstimos imobiliários registre um crescimento de cerca de 30% somente em 2012.

 

O que é exatamente uma hipoteca?

Quando um imóvel é adquirido através de uma hipoteca, a garantia para o empréstimo concedido pelo banco é o próprio imóvel. Mas o título do imóvel pertence ao comprador.

Por outras palavras, mesmo que a compra do imóvel seja feita com um empréstimo bancário, o imóvel é registado em nome do comprador. O banco não é o proprietário da propriedade.

No entanto, se por qualquer razão os reembolsos do empréstimo não forem pagos, a instituição financeira tem o direito de tomar posse da casa para recuperar o dinheiro emprestado.

Os bancos financiam até 70% do valor do imóvel. A taxa de juro média é de cerca de 4,7% por ano. Se compararmos com os modelos de financiamento imobiliário actualmente utilizados no Brasil, os benefícios do mercado norte-americano são impressionantes.

Quais são as vantagens de um empréstimo hipotecário nos EUA?

Como mencionado acima, os bancos norte-americanos financiam até 70% da propriedade de estrangeiros. De acordo com um estudo realizado pela empresa Melhor Taxa e publicado no jornal Estado de S. Paulo em Dezembro de 2017, as taxas hipotecárias no Brasil são em média 9,76% por ano.

Em contraste com o Brasil, também na América do Norte é possível refinanciar o pagamento e ter mais do que uma hipoteca para apenas um imóvel. Outra possibilidade é utilizar a hipoteca dos EUA como uma linha de crédito para outros empréstimos.

Vale a pena notar, no entanto, que a liberdade de empréstimo no mercado influenciou a bolha imobiliária em 2008 e causou uma crise profunda no sistema financeiro norte-americano.

Desde então, foram estabelecidas algumas regras, mas este modelo de comprar a sua própria casa é ainda o mais utilizado em solo americano. Os americanos, por exemplo, financiam as suas propriedades com empréstimos a longo prazo de 15 a 30 anos.

Desta forma, os adiantamentos são menores e parece quase o mesmo que pagar renda, mais os juros hipotecários podem ser deduzidos do imposto sobre o rendimento.

Portanto, se quiser diversificar os seus investimentos, uma propriedade nos EUA é uma das mais vantajosas para umas férias ou aluguer.

Como posso solicitar uma hipoteca?

O primeiro passo para comprar um imóvel é escolher um corretor de confiança. O agente imobiliário será responsável por lhe apresentar todas as opções no mercado e ajudá-lo ao longo do processo.

As suas responsabilidades são reunir os documentos necessários e a autorização de entrada nos EUA, ou seja, o visto, mesmo que se trate de um visto turístico. Lembre-se que a compra de um imóvel não garante a residência permanente no país.

Como turista, tem certos direitos nos EUA, tais como abrir uma conta bancária, fazer investimentos e comprar bens imóveis, ou seja, tudo o que precisa no primeiro momento para fazer um depósito para a propriedade dos seus sonhos.

Como conseguir obter sucesso em uma hipoteca nos EUA?


Mesmo que o banco aceite o seu pedido de empréstimo, avalie a sua capacidade real de se comprometer com o pagamento. Um grande teste para ver se será capaz de pagar as suas dívidas é multiplicar o seu rendimento familiar anual por 2,5.

Por exemplo: uma família com um rendimento médio de 72.000 dólares por ano pode facilmente comprar uma casa de 180.000 dólares.

Este modelo mostra que não se deve comprometer com uma hipoteca que consome mais de 25% dos seus rendimentos. A sua melhor aposta é colocar um adiantamento de 30% no seu negócio e manter a sua dívida total a não mais de 33% do seu rendimento.

Outra advertência diz respeito à reserva de emergência de seis meses. Cuidado também com as hipotecas de taxa ajustável. Avaliar sempre os reembolsos de acordo com as taxas de juro acordadas previamente com o banco.

Depois de toda esta informação sobre hipotecas americanas e as possibilidades do mercado norte-americano em comparação com o mercado brasileiro, se estiver a tentar construir um legado financeiro seguro e estável, este é o caminho a seguir.

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